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domingo, 10 de novembro de 2013

Um erro no programa EMS Quick Desk

Muito antiga essa foto hehe

Deus Cuidará de Ti

Era um domingo pela manhã em 1904. O Rev. Walter Stillman Martin, pregador apreciado, freqüentemente convidado para séries de conferências e pregações pelas igrejas, teve um convite na cidade de Lestershire, Estado de Nova Iorque. A sua esposa Civilla, enferma e semi-inválida, e seu filho, ainda menino, estavam com ele na cidade. De repente, piorou consideravelmente o estado de saúde de sua esposa. Que fazer? Seria prudente deixá-la sozinha somente com o menino? O Pr. Martin pensou em comunicar à igreja que seria imperativo cancelar o compromisso. Quando estava pronto para fazer a ligação, ouviu a voz do filho:" Pai, se é a vontade de Deus que você vá pregar hoje na igreja, ele não poderá tomar conta da mamãe enquanto você estiver ausente?" O Pr. Martin não fez a ligação. Aquela voz do seu filho afastou, de repente, todo o seu temor. Sim, Deus seria capaz de cuidar dela! A voz da sua esposa ajuntou-se à do menino: "Deus cuidará de mim." O Pr. Martin deixou a mulher e o filho aos cuidados de Deus e foi pregar. Houve muitas conversões! Sentia a mão de Deus abençoando-o poderosamente naquele dia. Chegando ao lar, qual a sua felicidade! O seu filho trazia na mão um envelope com uma poesia escrita no dorso com o título "Deus Cuidará de Ti". "A pergunta que nosso filho fez e a simplicidade de sua fé me inspirou essas estrofes", explicou Civilla. O seu marido também compartilhou as bênçãos que havia recebido. O Pr. Martin, apanhando o poema sentou-se ao órgão. Dentro em pouco estava composta a melodia. Este hino maravilhoso sobreviveu ao casal, e até hoje nos conforta em cada angústia e cada tribulação. Walter Stillman Martin( 1862- 1935) formado na Universidade de Harvad, foi ordenado ao ministério batista, mais tarde unindo-se à Igreja Discípulos de Cristo. Tornou-se professor de Bíblia na Faculdade Cristã Atlântica, em Carolina do Norte. Casou-se com Civilla Dufee Holden, e em 1919 fixaram residência em Atlanta, Estado de Geórgia, enquanto publicou outros hinos do estilo "gospel hymns". Civilla Durfee Martin (1866- 1948), nascida na província de Nova Scotia, no Canadá, por muitos anos foi professora da rede pública. Recebeu educação musical. Civilla, embora nunca tivesse boa saúde, colaborou com seu marido nas suas campanhas até a morte dele. O nome da melodia ,GOD CARES (Deus Cuida), reflete a mensagem do hino composto pelo casal Martin. Foi publicado no hinário Songs of Redemption and Praise( Cânticos de Redenção e Louvor), em 1905, compilado por Martin e John A. Davis, fundador e presidente da Escola de Treinamento Prático na Bíblia em Lerstershire, Estado de Nova Iorque. Salomão Luiz Ginsburg traduziu este hino em 1905, dedicando a tradução a Francis M. Edwards, missionário batista no Brasil de 1907 a 1924. Certamente com esta tradução Ginsburg procurava encorajar e fortificar a fé de Edwards, que passava por dias difíceis. Por alguma razão, ele publicou sua versão somente em 24 de outubro de 1912, em O Jornal Batista, na página 6. Bibliografia Porto Filho, Manoel: História e Mensagem dos Hinos que Cantamos,Teresópolis, RJ, Casa Editora Evangélica, 1962, p 15-18 Civilla Durfee Martin (l866-1948) W. Stillman Martin (1862-1935) God Will Take Care of You Deus Cuidará de Ti 1. Aflito e triste coração, Deus cuidará de ti; Por ti opera a Sua mão; Deus cuidará de ti. CORO: Deus cuidara de ti, Em cada dia proverá, Sim, cuidará de ti; Deus cuidará de ti. 2. Na dor cruel, na provação, Deus cuidará de ti; Socorro dá e proteção; Deus cuidará de ti. 3. Sentes a fé a vacilar? Deus cuidará de ti; Ao teu amor quer forças dar; Deus cuidará de ti.

O que não se deve cantar

Jailson Crepaldi Inácio Não me julgaram muito errado No escuro sou caçado Vocês julgaram mal Não acreditaram no meu potencial Agora vejam a desgraça! Vejam o seu corpo falhou bem aqui! A soltura! Vejam eu subi a montanha da vida! Eu posso me expressar Eu posso me expressar Consigo me expressar Diferente de vocês Eu tenho como... Eu consigo! Não fico ruim comigo E se vocês pensam que eu estou perdido Fiquem sabendo que ainda estou aqui. Se vocês acham que estou derrotado Fiquem sabendo ainda voltarei com mais 30 mil soldados Não desista! A justiça será feita. Não desista! Porque a sorte está contigo. Está contigo! Está contigo!

Frase do dia!

"bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;" (Mateus 5:7)

Barroco

Definição da palavra barroco A palavra “barroco” tem sua origem controvertida. Enquanto alguns afirmam que está ligada a um processo relativo à memória que indicava um silogismo aristotélico de conclusão falsa, outros defendem que designaria um tipo de pérola de forma irregular, ou mesmo um terreno desigual, assimétrico. Padre Antônio Vieira Ninguém angariou tantas críticas e inimizades quanto o "impiedoso" Padre Antônio Vieira, detentor de um invejável volume de obras literárias, inquietantes para os padrões da época. Politicamente, Vieira tinha contra si a pequena burguesia cristã (por defender o capitalismo judaico e os cristãos-novos); os pequenos comerciantes (por defender o monopólio comercial) e os administradores e colonos (por defender os índios). Essas posições, principalmente a defesa dos cristãos-novos, custaram a Vieira uma condenação da Inquisição, ficando preso de 1665 a 1667. A obra do Padre Antônio Vieira pode ser dividida em três tipos de trabalhos: Profecias, Cartas e Sermões. As Profecias constam de três obras: História do Futuro, Esperanças de Portugal e Clavis Prophetarum. Nelas se notam o sebastianismo e as esperanças de que Portugal se tornaria o "quinto império do Mundo". Segundo ele, tal fato estaria escrito na Bíblia. Aqui ele demonstra bem seu estilo alegórico de interpretação bíblica (uma característica quase que constante de religiosos brasileiros íntimos da literatura barroca). Além, é claro, de revelar um nacionalismo megalomaníaco e servidão incomum. O grosso da produção literária do Padre Antônio Vieira está nas cerca de 500 cartas. Elas versam sobre o relacionamento entre Portugal e Holanda, sobre a Inquisição e os cristãos novos e sobre a situação da colônia, transformando-se em importantes documentos históricos. O melhor de sua obra, no entanto, está nos 200 sermões. De estilo barroco conceptista, totalmente oposto ao Gongorismo, o pregador português joga com as idéias e os conceitos, segundo os ensinamentos de retórica dos jesuítas. Um dos seus principais trabalhos é o Sermão da Sexagésima, pregado na capela Real de Lisboa, em 1655. A obra também ficou conhecida como "A palavra de Deus". Polêmico, este sermão resume a arte de pregar. Com ele, Vieira procurou atingir seus adversários católicos, os gongóricos dominicanos, analisando no sermão "Porque não frutificava a Palavra de Deus na terra", atribuindo-lhes culpa. Gregório de Matos Guerra Uma das principais referências do barroco brasileiro é Gregório de Matos Guerra, poeta baiano que cultivou com a mesma beleza tanto o estilo cultista quanto o conceptista . Na poesia lírica e religiosa, Gregório de Matos deixa claro certo idealismo renascentista, colocado ao lado do conflito (como de hábito na época) entre o pecado e o perdão, buscando a pureza da fé, mas tendo ao mesmo tempo necessidade de viver a vida mundana. Contradição que o situava com perfeição na escola barroca do Brasil. É patente do movimento nativista quando ele separa o que é brasileiro do que é exploração lusitana. Carpe Diem O tema central do Barroco se encontra na antítese entre a vida e a morte. Daí decorre o sentimento da brevidade da vida, da angústia da passagem do tempo, que tudo destrói. Diante disso, o homem barroco oscila entre a renuncia e o gozo dos prazeres da vida. Quando pensa no julgamento de Deus, foge dos prazeres e procura apoio na fé. Quando a fé é insuficiente, a atração dos prazeres o envolve e cresce o desejo de desfrutar da vida. Por isso, o Carpe Diem, expressão latina que significa “aproveita o dia (presente)”, é um dos temas freqüentes da arte barroca. A mocidade ou a juventude é freqüentemente comparada à flor que é bonita por pouco tempo e logo morre. Daí o apelo dos poetas barrocos. O Carpe Diem é um tema que vinha já da Antiguidade, mas no Barroco foi desenvolvido de forma angustiada, pois era uma tentativa de fundir os opostos, de conciliar o que, no fundo, é inconciliável: a razão e a fé, a matéria e o espírito, a vida carnal e a vida espiritual. Barroco X Renascimento O homem do período renascentista acreditava que a cultura mais perfeita era a cultura desenvolvida em meio ao paganismo. Acreditava que a arte, a ciência e a erudição tinham florescido durante o período clássico, Grécia e Roma, e na capacidade de ação do homem, na sua atuação como ser dono do Universo e capaz de modificar tudo à sua volta. Na literatura eram imitados os textos da antiguidade Clássica. Já o homem do período barroco estava dividido entre a religião e o paganismo, entre a verdade e a mentira, o amor e a solidão, o pecado e o perdão. As poesias são rebuscadas e utilizam o jogo de idéias, são assimétricas e apresentam antíteses, reflexo do conflito em que o homem barroco vivia Literatura Barroca Literatura barroca é uma área da literatura ocidental, produzida sobretudo no séc XVII, teve a sua compreensão e interpretação crítica extraordinariamente aprofundada e esclarecida graças à introdução no uso crítico e historiográfico do conceito de barroco literário. O termo veio das artes plásticas e visuais, com um sentido pejorativo, designando a arte do período subseqüente ao Renascimento, que era interpretada como uma forma degenerada dessa arte, pela perda da clareza, pureza, equilíbrio, em troca do exagero ornamental e das distorções. Originalmente tal como era corrente nos séculos X.VI e XVII barroco significava arte bizarra, artificial. A etimologia do termo é controvertida. Designando pérola de superfície irregular, teria sido usada por espanhóis e portugueses (barrueco e barroco). Por outro lado, a palavra fora usada pela escolástica medieval, como termo mnemônico do silogismo e assim aparece em Montaigne com intenção irônica, pois então queria dizer raciocínio estranho, vicioso, confundindo o falso e o verdadeiro. Até o século XIX, permaneceu este o significado: argumentação barroco; imagem barroca; figura barroca. A revisão da questão se deve a Jacob Burckhardt, no Cicerone (1855). Mas a sua reformulação definitiva para a história da arte, e depois para a crítica literária, foi empreendida por Heinrich Wolffin (1864-1945) desde 1879 ao reabilitar a arte barroca, mostrando-a como uma forma peculiar, com valor estético e significado próprios. Estabeleceu Wolfflin a teoria da análise formal das artes, pela qual a passagem de um tipo de arte para outro se processaria segundo princípios internos. Assim, à arte renascentista sucedeu a barroca, não como um declínio, porém como o desenvolvimento natural para um estilo posterior, que já não é táctil, porém visual, não é linear, porém pictórico, não é composto em plano mas em profundidade, nem em partes coordenadas mas subordinadas a um conjunto, não é fechado mas aberto, não tem claridade absoluta mas relativa. Tal teoria da definição dos estilos artísticos, à luz dessas categorias, foi aplicada à análise da literatura, nas obras que exprimiram a oposição entre o Renascimento e o barroco, como o Orlando Furioso de Ariosto e a Jerusalém Libertada do Tasso. De 19l4 em diante o termo foi absorvido pela crítica literária, e se ampliaram os estudos interpretativos da literatura seiscentista. As velhas denominações , “seiscentismo” , “gongorismo” “eufuísmo”, “marinismo”, “conceptismo”, “culteranismo”, “cultismo”, “preciosismo”, de sentido pejorativo, passaram a ser compreendidas como referindo-se a formas imperfeitas ou não desenvolvidas do barroco e são hoje melhor englobadas sob o rótulo de barroco. Assim, o barroco é o estilo artístico e literário, e mesmo o estilo de vida, que encheu o período entre o final do século XVI e o século XVIII, em todos os povos do Ocidente, com variantes locais de tempo e fisionomia artística, embora com unidade de características estéticas e estilísticas. Mas, ao lado do elemento formal peculiar, o barroco é ligado a uma ideologia, que lhe empresta unidade espiritual, e essa ideologia foi fornecida pela Contra-Reforma.O barroco foi o estilo, a arte de atributos morfológicos adequados á expressão do conceito da vida dinamizado pela Contra-Reforma em reação ao Renascimento, e de modo a traduzir--se em todas as manifestações artísticas, a16m ao vestuário, da jardinagem, das festas.A ideologia tridentina comunicou à época e à arte uma fisionomia trágica , dilacerada entre os pólos celeste e terrestre, entre a carne e o espírito, procurando incutir no homem o horror do mundo, o medo da morte, o pavor do inferno, conquistando-o para o céu pela captação de imaginação e seus sentidos, para o que usa o ornamental e o espetacular. O homem barroco é contraditório, em estado de conflito, saudoso do paraíso e ao mesmo tempo seduzido pelo mundo e pela carne. A literatura barroca, destarte, apresenta caracteres típicos:o fusionismo (união dos detalhes num todo orgânico), o claro-escuro, o eco, a união do racional e do irracional (expressa nas figuras estilísticas paradoxo), a ambigüidade, o caráter grandioso e ornamental (expresso no exagero de figuras estilísticas), figuras de estilo que traduzem o estado de conflito e tensão espiritual (antíteses, paradoxos, contorções, hipérboles, etc) ; o uso dos concetti, wit, agudeza, do tipo de estilo conhecido como genus humile, de forma; epigramática, sentenciosa, breve. É um estilo chamado filosófico, de pensamento, mais para ser lido do que ouvido, oposto ao estilo ciceroniano, redondo, oratório. A literatura barroca inclui grandes nomes do seiscentismo: Góngora, Quevedo, Cervantes, Calderón, Lope de Vega, Gracián, Tasso, Marino, Donne, Crashaw, Shakespeare, Montaigne, Pascal, Antônio Vieira, Rodrigues Lobo, Gregório de Matos, Soror Juana de la Cruz e muitos outros. BIBLIOGRAFIA ENCICLOPÉDIA BARSA. São Paulo, 1979, pp.54, 55.

O Arcadismo no Brasil

E m Ouro Preto, palco da Inconfidência Mineira, viveram e atuaram os principais escritores do Arcadismo brasileiro.  O Arcadismo no Brasil tem seu surgimento marcado por dois aspectos centrais. De um lado, o dualismo dos escritores brasileiros do século XVIII, que, ao mesmo tempo, seguiam os modelos culturais europeus e se interessavam pela natureza e pelos problemas específicos da colônia brasileira; de outro, a influencia das idéias iluministas sobre nossos escritores e intelectuais, que acarretou o movimento da Inconfidência Mineira e suas trágicas implicações: prisão, morte, exílio, enforcamento. O Arcadismo brasileiro originou-se e concentrou-se principalmente em Vila Rica ( hoje Ouro Preto) MG, e seu aparecimento teve relação direta com grande crescimento urbano verificado nas cidades mineiras do século XVIII, cuja a base econômica século XVIII, cuja a base econômica era a extração de ouro. O crescimento espantoso dessas cidades favorecia tanto a divulgação de jovens brasileiros, providos das camadas privilegiadas daquela sociedade, foram buscar em Coimbra, já que a Colônia não lhes oferecia cursos superiores. E, ao retornarem de Portugal, traziam consigo as idéias iluministas que faziam fermentar a vida cultural portuguesa à época das inovações políticas e culturais do ministro Marquês de Pombal, adepto de algumas idéias de ilustração. Essas idéias em Vila Rica, levaram vários intelectuais e escritores a sonharem com Inconfidência do Brasil, principalmente após a repercussão da independência dos EUA (1776). Tais sonhos culminaram na frustada Inconfidência Mineira (1789). Cecília Meireles, em seu Romanceiro da Inconfidência Mineira, registra o espírito febril provocado pelo ouro: “Mil galerias desabam; mil homens ficam sepultados, mil intrigas, mil enredos prendem culpados e justos; já ninguém dorme tranqüilo, que a noite é um mundo de sustos.”

A AMÉRICA ESPANHOLA

Colonização A Espanha era uma metrópole mercantilista, isto quer dizer que, as colônias só serviam para serem exploradas. A colonização só teria sentido se as colônias pudessem fornecer produtos lucrativos. Desta forma a maioria das colônias espanholas (e também portuguesas) foram colônias de exploração, que dependiam das regras impostas pela metrópole. O fator mais importante pela colonização espanhola foi a mineração. A base da economia espanhola eram as riquezas que provinham , especialmente da Bolívia, a prata e também o ouro de outras colônias. Foi esta atividade, a mineração, a responsável pelo crescimento de outras que eram ligadas, como, a agricultura e a criação de gado necessários para o consumo de quem trabalhava nas minas. Quando a mineração decaiu, a pecuária e a agricultura, passaram a ser as atividades básicas da América Espanhola. A Exploração do Trabalho Em alguns lugares como Cuba, Haiti, Jamaica e outras ilhas do Caribe, houve exploração do trabalho escravo negro, porém, de modo geral o sistema de produção na América Espanhola se baseou na exploração do trabalho indígena. Os indígenas eram arrancados de suas comunidades e forçados ao trabalho temporário nas minas, pelo qual recebiam um salário miserável. Como eram mal alimentados e tratados com violência a maioria dos indígenas morria muito rápido. A Sociedade Colonial Espanhola A grande maioria da população das colônias era composta pelos índios. A população negra escrava, era pequena, e, foi usada como mão de obra , principalmente nas Antilhas. Quem realmente mandava e explorava a população nativa eram os espanhóis, brancos, que eram a minoria mas, eram os dominadores. Assim podemos dividir a sociedade entre brancos ( dominadores ) e não-brancos ( dominados ). Mesmo entre a população branca havia divisões como : Chapetones - colonos brancos nascidos na Espanha, eram privilegiados. Criollos - brancos nascidos na América e descendentes dos espanhóis. Eram ricos, proprietários de terras mas, não tinham os mesmos privilégios dos Chapetones. Além disso, a mistura entre brancos e índios criou uma camada de mestiços. A Administração Espanhola Os primeiros conquistadores, foram também os primeiros administradores. Eles recebiam da Coroa espanhola o direito de governar a terra que tivessem descoberto. Com o crescimento das riquezas, como o ouro e prata descobertos, a Coroa espanhola foi diminuindo o poder desses primeiros administradores e passou, ela própria a administrar. Dessa forma, passou a monopolizar o comércio e criou órgãos para elaborar leis e controlar as colônias. Emancipação Política da América Espanhola Só é possível compreender como as colônias espanholas na América conseguiram se libertar, se voltarmos atrás e recordarmos o Iluminismo. No inicio do século 19, a Espanha ainda dominava a maior parte de suas colônias americanas, mas, da França chegavam novas idéias. Era a época das Luzes ! Os ares eram de liberdade, os filósofos do Iluminismo pregavam que a liberdade do Homem estava acima de qualquer coisa. Não aceitavam que os reis pudessem usar sua autoridade acima de tudo. Afinal, os iluministas valorizavam a Razão, dizendo que o Homem era dono de seu próprio destino e devia pensar por conta própria. Publicações feitas na França e na Inglaterra contendo essas idéias estavam chegando às colônias escondidas das autoridades. Idéias de liberdade também vinham através de pessoas cultas que viajavam e fora, descobriam um pouco mais da filosofia iluminista. Mas, quem eram essas pessoas cultas ? Quando nós vimos a Sociedade Colonial Espanhola, estudamos os CRIOLLOS. Eles eram brancos, nascidos na América, que tinham propriedades rurais, podiam ser também comerciantes ou arrendatários das minas. Eles tinham dinheiro mas não tinham acesso aos cargos mais altos porque esses cargos só podiam ser dos CHAPETONES. Então, os Criollos usaram o dinheiro para estudar. Muitos iam para as universidades americanas ou européias e, assim tomavam conhecimento das idéias de liberdade que corriam mundo com o Iluminismo. Os Criollos, exploravam o trabalho dos mestiços e dos negros e eram donos da maior parte dos meios de produção e estavam se tornando um grande perigo para a Espanha. Por isso, a Coroa espanhola decidiu criar novas leis : •os impostos foram aumentados •o pacto colonial ficou mais severo ( o pacto colonial era o acordo pelo qual as atividades mercantis da colônia eram de domínio exclusivo de sua metrópole ) •as restrições às indústrias e aos produtos agrícolas coloniais concorrentes dos metropolitanos se agravaram. (assim, as colônias não podiam desenvolver seu comércio com liberdade ) Os Criollos tinham o exemplo dos EUA que haviam se libertado da Inglaterra. E, a própria Inglaterra estava interessada em ajudar as colônias espanholas porque, estava em plena Revolução Industrial. Isto quer dizer que, precisava de encontrar quem comprasse a produção de suas fábricas e, também de encontrar quem lhe vendesse matéria prima para trabalhar. Assim, as colônias espanholas receberam ajuda inglesa contra a Espanha. Quando aconteceu a Revolução Francesa, os franceses, que sempre tinham sido inimigos dos ingleses, viram subir ao poder Napoleão Bonaparte. Foi quando a briga entre França e Inglaterra aumentou. Por causa do Bloqueio Continental, imposto pela França, a Inglaterra não podia mais fazer comércio com a Europa continental (com o continente). Por causa disso, a Inglaterra precisava mais do que nunca de novos mercados para fazer comércio, portanto ajudou como pôde as colônias espanholas a se tornarem independentes. A França também ajudou, porque Napoleão Bonaparte com seus exércitos, invadiu a Espanha e colocou como rei na Espanha, seu irmão. Portanto, automaticamente, sendo dependente de França, a Espanha passou a ser inimiga também da Inglaterra. Isso foi o motivo que a Inglaterra queria para colocar seus navios no Oceano Atlântico e impedir que a Espanha fizesse contato com suas colônias espanholas. Os Criollos então, se aproveitaram da situação e depuseram os governantes das colônias e passaram a governar, estabelecendo de imediato a liberdade de comércio. Mesmo depois que o rei espanhol voltou ao poder, a luta pela independência continuou e a Inglaterra seguiu ajudando, porque sem liberdade não haveria comércio. Conclusão Assim nós podemos ver, que talvez por causa da maneira como foi dominada e explorada, a América Espanhola teve muitas dificuldades de se tornar independente. A interferência da Inglaterra e até mesmo da França foram fundamentais, embora fosse por interesse próprio. BIBLIOGRAFIA Aquino e Ronaldo - Fazendo História - Ed. Ao Livro Técnico Marques, Berutti, Faria - Os Caminhos do Homem - Ed. Lê Silva, Francisco de Assis - História Geral - Ed. Moderna Enciclopédia Povos e Países - Ed. Abril Cultural Enciclopédia Encarta 96 - Microsoft

Acentuação em espanhol

Na língua Espanhola as palavras são acentuadas segundo o seguinte critério: a) AGUDAS: Possuem o acento na última sílaba, quando termina. Ex: elección, jardin,/das em N, S ou vogal acercó b) LLANAS: têm acento na penúltima sílaba e são acentuadas somente quando terminadas em consoante que não seja N ou S. Ex: mármol, ángel c) ESDRUJÚLAS: todas são acentuadas na antepenúltima sílaba. Ex: trémulo, huérfano, árbales d) SOBREESDRUJULAS: São todas acentuadas e o acento aparece em qualquer sílaba anterior a antepenúlima. Ex: invítaseme, compromítaseme DIPTONGO - Fusão de duas vogais Ex: sienta, reinar, ruerta TRITONGO - Quando aparecem três vogais na mesma sílaba. Ex: Paraguai TABELA DE ACENTOS C/ ACENTO S/ ACENTO ÉL - PRONOME PESSOAL EL-ARTIGO TÚ - PRONOME PESSOAL TU-POSESSIVO MÍ - PRONOME PESSOAL MI POSSESSIVO- E NOTA MUSICAL MÁS-ADVÉRBIO MAS-CONJUNTO SÍ-PRONOME E ADVERBIO SI- " E NOTA MUSICAL DÉ-VERBO DE-PREPOSIÇÃO SÉ-PESSOA VERBAL SE-PRONOME PESSOAL REFLEXIVO TÉ-NOME DE PLANTA TE-PRONOME PESSOAL REFLEXIVO ______________________________________

Por que o rei Saul morreu ?

R: Por causa da sua transgressão contra o Senhor, por não ter guardado a Palavra do Senhor e por ter consultado uma necromante. I Crônicas 10-13,14.

CUIDADO COM A CILADA!

Mas ninguém precisa ser enganado pelas mentirosas pretensões do espiritismo. Deus tem dado ao mundo luz suficiente para habilita-lo a descobrir armadilha. Conforme já se apresentou, a teoria que constitui o próprio fundamento do espiritismo é incompatível com as mais francas declarações das escrituras. A Bíblia declara que "os mortos não sabem coisa alguma', que "seus pensamentos pereceram", que, "não têm parte em coisa alguma que se faz debaixo do sol", nada sabem das alegrias ou tristezas dos que lhes eram os mais queridos na Terra. Além disso. Deus proibiu expressamente toda pretensa comunicação com os espíritos dos mortos. Nos dias dos hebreus, havia uma classe de pessoas que pretendiam, como fazem os espíritas hoje, entabular comunicação com os mortos. Mas a Bíblia declara que esses "espíritos familiares", nome por que se chama os visitantes de outros mundos, eram "espíritos de demônios." (Com parar Números 25:1-3; Salmos 106:28; l Coríntios 10:20; Apocalipse 16:14) O ato de tratar com espíritos familiares foi declarado como abominação ao Senhor e solenemente proibido sob pena de morte. (Levíticos 19:31 , 20:27) O próprio nome de feitiçaria é hoje olhado com desdém. A pretensão de que os homens possam manter contato com os espíritos maus é considerada como fábula da Idade Média. Mas o espiritismo, cujo número de adeptos alcança a centenas de milhares e até milhões, conseguiu entrada nos círculos científicos, invadiu as igrejas e encontrou favor nas corporações legislativas e mesmo nas cortes dos reis, este engano não é outra coisa senão o reaparecimento, sob novo disfar ce, da feitiçaria condenada e proibida de antigamente. Se não houvesse outras provas do verdadeiro caráter do espiritismo, seria bastante para o cristão o fato de os espíritos não fazerem diferença entre a justiça e o pecado, entre os mais nobres e puros apóstolos de Cristo e os mais corruptos servos de Satanás. Os apóstolos, conforme personificados por estes espíritos de mentira, apresentam-se contradizendo o que escreveram, sob a prescrição do Espírito Santo, enquanto estavam na Terra. Negam a origem divina da Bíblia e assim destroem o fundamento da esperança cristã, extinguindo a luz que revela o caminho do Céu. Satanás está fazendo o mundo crer que as Escrituras Sagradas são mera ficção ou, quando muito, um livro apropriado a épocas primitivas da humanidade e hoje deve ser considerado com menosprezo ou posto de lado como obsoleto. E para tomar o lugar da Palavra de Deus, oferece manifestações espíritas. Este é um meio de colocar mente sob seu controle, mediante o qual lhe é possível fazer o mundo acreditar no que lhe agrada. O livro que deve julgar a ele e a seus seguidores, atuando precisamente onde lhe é mais conveniente, a obscuridade representa o Salvador do mundo como sendo nada mais do que um homem comum. E assim como a guarda romana que vigiava o sepulcro de Jesus espalhou a notícia, mentirosa que os sacerdotes e anciãos lhes haviam posto na boca para lançar descrédito sobre a Sua ressurreição, os que crêem em manifestações espíritas procuram fazer parecer que nada há de miraculoso nas circunstâncias da vida de nosso Salvador. Depois de procurar assim por Jesus em segundo plano, chamará atenção para os seus próprios milagres, declarando que estes exprimem a obra de Cristo.

Baruque

Significa abençoado, bendito e indica uma pessoa de temperamento caprichoso e instável, que não suporta nenhuma rotina. Também no amor, a idéia de um casamento convencional não o agrade. Os pais devem aconselhá-lo a pelo menos controlar bem os seus gastos.

Ariana

Variação de Ariadne. Indica uma pessoa que consegue se concentrar mesmo em meio à maior algazarra. E tem o Dom da conciliação: sempre procura criar um clima de paz à sua volta. Mas isso pode se voltar contra ela, pois às vezes concorda com os outros só por concordar e depois se arrepende do que disse.

Missa

Missa Gên 9:4; Lev 17:11-14; Atos 15:29; Sal 16:4; Deut 32:32-33; João 6:63; Heb 10:10-12

Documentario

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Documentario sobre a Virgem Maria NÃO PERCA

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Stratocaster - Modelos de Guitarra

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Asa Branca + Prenda Minha - Yamandu Costa & Dominguinhos

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Encenação com os Jovens do PV

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Grupo da IASD de Tubarao se apresentando na IASD do Pinheiro

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domingo, 27 de outubro de 2013

MAUS ESPÍRITOS SÃO REAIS

Muitos se esforçam por explicar as manifestações espíritas, creditando-as totalmente a fraudes e prestidigitação dos médiuns. Mas, embora seja verdade que muitas vezes os resultados do embuste tenham sido impingidos como verdade, como manifestações genuínas, não têm deixado de existir também inaladas exibições de poder sobrenatural. As pancadas misteriosas, com que o espiritismo moderno se iniciou, não foram resultados da trapaça ou astúcia humana, mas da operação direta dos anjos maus que introduziram assim um dos enganos de maior êxito para a destruição das almas. Muitos cairão em ciladas pela crença de que o espiritismo seja tão somente uma impostura humana; quando postos frente a manifestações cujo caráter sobrenatural não se possa negar, serão enganados e induzidos a aceitá-las como o grande poder de Deus. Tais pessoas não tomam em conta o testemunho das Escrituras com respeito aos milagres de Satanás e de seus agentes. Foi por meio de ajuda satânica que os magos de Faraó puderam imitar falsamente a obra de Deus. Paulo testifica que, antes da segunda vinda de Cristo, haverá manifestações semelhantes do poder satânico. A vinda do Senhor deve ser precedida da operação de Satanás "com todo poder e sinais e prodígios da mentira e com todo engano de injustiça." 2 Tessalonicenses 2:9, 10. E o apóstolo João, descrevendo o poder operador de milagres que se manifestarão nos últimos dias declara: "Também operarão grandes sinais, de maneira que até fogo do Céu faz descer à Terra, diante dos homens. Seduz os que habitam sobre a Terra por causa dos sinais que lhe foi do executar." Apocalipse 13:13,14. O que aqui se prediz não são meras posturas. Os homens são enganados por milagres que os agentes de Satanás têm poder para realizar e não pelo que , pretendam realizar. O príncipe das trevas, que por tanto tempo tem aplicado as faculdades de sua inteligência superior na obra do engano, habilmente adapta suas tentações aos homens de todas as classes e condições. Às pessoas de cultura e refinamento, apresenta o espiritismo em seus aspectos mais cultos e Intelectuais e assim consegue atrair muitos às suas redes. A sabedoria que o espiritismo comunica é aquela descrita pelo apóstolo Tiago, a qual não "desse lá do alto, ates é terrena, animal e demoníaca." Tiago 3:15. Isto, no entanto, o grande enganador oculta, quando o sigilo melhor lhe convém ao propósito. Aquele que, vestido com esplendor dos serafins celestiais, pôde aparecer a Cristo, no deserto da tentação, aproxima-se dos homens, do modo mais atrativo, como anjo de luz. Apela para a razão apresentando temas elevados; deleita a imaginação com cenas extasiantes e alicia a afeição por meio de imagens eloqüentes de amor e caridade. Excita a imaginação vôos grandiosos, induzindo os homens a terem tanto orgulho de sua própria sabedoria a ponto de, em seu coração, menosprezarem o Eterno. Esse ser poderoso que pôde transportar o redentor do mundo a um monte muito alto e mostrar-Lhe todos os reinas da Terra e a gloria deles, apresentará aos homens suas tentações de modo a perverter o senso de todos os que não se acham protegidos pelo poder divino.