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quarta-feira, 7 de março de 2012

ALBERT PIKE E O SEXO COM DEMÔNIOS

Logo após a Loja coar o Iluminismo, no fim do século 18, surgiu outra figura extraordinária na maçonaria. Seu nome era Albert Pike (1809-1891), e seu impacto sobre a franco-maçonaria foi tão poderoso quanto o de Weishaupt.
Enquanto Weishaupt teve de trabalhar do lado de fora, Pike conseguiu trabalhar sobre seu alicerce e operar dentro do "sistema". Ele tornou-se maçom em 1850 e então, numa ascensão meteórica ao poder, foi eleito Grande Comandante da Jurisdição Meridional dos Estados Unidos em 1859.
Arthur E. Waite cita o Dr. Joseph Fort Newton como dizendo que Pike "achou a maçonaria em uma cabana de madeira e a deixou num templo". Ele foi o "gênio-mestre da maçonaria".1 Como mencionado anteriormente, Manly P. Hall chama-o de "Platão da franco-maçonaria".
De fato esse é um grande louvor, especialmente para um homem que exprimiu desdém pelo cristianismo, e que considerava Jesus como um instrutor cujo corpo está agora no pó. Hoje, a maior parte dos defensores da maçonaria está se afastando de Pike, visto que seus escritos, especialmente a obra Moral e Dogma, são excepcionalmente irritantes para alguém que tenta provar que a maçonaria é uma sociedade benevolente que não está em conflito com o cristianismo.
Seu impacto não pode ser negado, visto que ele fez com que a maçonaria do Rito Escocês viesse a ser a instituição que é hoje. O fato de que, em adição aos seus títulos maçônicos, ele era também o "Soberano Pontífice de Lúcifer" o torna alguém a ser estudado com muita atenção.2 A evidência é de que Pike considerava Lúcifer como o deus verdadeiro. Ele, como Weishaupt, parece ter sido gnóstico e maniqueísta – no mínimo um dualista.
Visto que Pike escolheu seguir as religiões de mistério de Baal, voltou suas costas para Deus. Se lermos seus escritos e as declarações que lhe são atribuídas, descobriremos que ele reconhecia Lúcifer como o verdadeiro deus e Adonay (o Deus da Bíblia) como o deus do mal.3 Os "frutos" de Pike definitivamente são de natureza satânica (Mateus 7:15-20). Em algum ponto, ele deixou de ser um maçom típico. Ele recebeu "mais luz" e decidiu lançar seu quinhão com Satanás.

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