Pesquisar este blog

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

INTIMAÇÃO JUDICIAL PARA VOCÊ


 


Pr. Marcelo Augusto de Carvalho


- Êxodo 25.8- Deus ordenou a Moisés a construção de um tabernáculo. Um santuário.
- Que é um santuário?  Qualquer lugar considerado como habitação da divindade, ou que seja ocupado pela divina presença. – Webster.
- Como era o santuário construído por Moisés no deserto?
De 20 m de comprimento por 6m de largura e 6m de altura.
Era dividido por um véu em 2 compartimentos: o lugar santo e o santíssimo.
Tinha a frente voltada para o Este. Possuía um pátio, marcado por cortinas, no qual estava o altar de ofertas, que ficava bem no meio do seu espaço total.
Cada peça do mobiliário tinha sua significação espiritual.
Altar de ofertas, no pátio- o Calvário, onde Jesus morreu por nós.

A bacia, onde os sacerdotes se lavavam, entre o altar e a porta do santuário- purificação dos pecados.

O castiçal de ouro, á esquerda da entrada- Jesus, a Luz do mundo.

A mesa dos pães, à direita da entrada- Jesus, o Pão da vida.

O altar de incenso, à frente do santíssimo- o altar da família, o lugar onde oramos. O incenso, nossas orações.

A arca, no santíssimo, com as tábuas dos 10 mandamentos, o propiciatório onde podia ser vista a presença de Deus, e os 2 querubins com as asas estendidas- o trono de Deus entre os homens.

Os véus, de cores azul, púrpura e escarlata, trabalhados a fios de ouro e prata com querubins desenhados- representavam a côrte angélica, que vive para servir os homens.

- Arão e seus filhos foram escolhidos para dirigirem o santuário e seus serviços. Êxo. 28.1-3.

- E a tribo de Levi foi escolhida para ajudá-los nestas tarefas. Núm. 18.2.

- Eram apresentados vários tipos de sacrifícios no templo. Núm. 28.1-8.

a)    O sacrifício da manhã e da tarde.

b)   A oferta pelos pecados conscientes de cada pecador.
c)    As ofertas especiais- para os sábados, luas novas, solenidades especiais, por um sacerdote, por um príncipe, etc.
d)   A mais importante- a do dia da expiação, 1 vez ao ano.
- Todos estes pecados eram transferidos do pecador para o santuário. Núm. 18.1. Era necessário então que fosse purificado.
- Lev. 16. 29-31. No décimo dia do sétimo mês, 10/7/,  todo o povo de Israel parava suas tarefas. Todos se consagravam a Deus. Ficam todos fora do santuário esperando acontecer todas as solenidades prescritas. O povo levava 2 bodes ao sacerdote. Este lançava sorte para ver quem seria sacrificado e quem seria desterrado. Um era sacrificado- representando Jesus, aquele que tomou nosso lugar na cruz. O sumo sacerdote pegava seu sangue, entrava no santíssimo, e pedia para que Deus perdoasse todo o povo. Depois saía e abençoava o povo, mostrando a aprovação divina. O segundo bode era amaldiçoado e levado ao deserto, para morrer de fome ali. Representava Satanás, o co-autor de todos os pecados cometidos no mundo, que finalmente será preso durante o milênio, e destruído por Deus logo após este grande período.
O Santuário Celestial.
- Moisés copiou o modelo terrestre de um modelo pré-existente, celeste. Heb. 8.1-5.
- Jesus é o sumo sacerdote celestial, oficiando ali em nosso favor, como Arão fazia por Israel. Heb. 9.1-5 e Atos 7.55-56. Heb. 9.12.
- Um dia, este santuário para onde nossos pecados são transportados, precisa ser limpo também, como acontecia com o terrestre. Quando seria isto? Dan. 8.14.
- Um dia profético vale um ano. Ezeq. 4.6.
- Quando começaram estes anos? Dan. 9.24-27.  Na ordem da reconstrução de Jerusalém. Três decretos foram dados a este respeito: o de Ciro, em 536 AC. Esdras 1.1-4;  o de Dario, em 519 AC. Esdras 6.1-12;  o de Artaxerxes, em 457 AC. Esdras 7. Este último é o único dos 3 que pode ser considerado como uma resposta à idéia de “restaurar e construir Jerusalém”. Os outros 2 eram apenas ordens, mas este foi ação.
- Entendendo o período:
a) o período seria feito de 2.300 anos, começando em 457 AC.
b) dos 2.300 dias (anos), 490 (70 semanas- são 7 dias X 7 semanas = 490 dias) foram separados para os judeus como nação; os outros 1810 anos ser-lhes-iam dados como indivíduos, bem como o seriam também  a outros.
c) 49 anos (7 semanas X 7 dias = 49 dias) seriam para o início da construção de Jerusalém. Isto é, de 457 a 408 AC.
d) Os demais 434 anos ( 62 semanas X 7 = 434 dias) iriam de 408 AC. a 27 DC. Neste anos viria a unção do Messias- o batismo de Jesus.
e) 7 anos ( 1 semana X 7 dias = 7 dias) iria de 27 a 34 DC. Jesus foi batizado em 27, crucificado em 31 e em 34 DC o evangelho foi esparramado por todo o mundo.
f) O período termina então em 1844, quando o santuário foi purificado.
- Que mensagem seria pregada por este tempo? Apoc. 10. A do juízo divino. E foi o que ocorreu. Por volta de 1830-1840, dezenas de pregadores em todo o mundo à semelhança de Guilherme Miller, pregaram a todos os que encontraram que era hora do juízo divino.

O JUÍZO DIVINO

- Atos 17.31, 24.25, Rom. 14.10- mostram a realidade de um juízo ao qual teremos de comparecer.         - A cena do juízo. Dan. 7. 9-10.
- Dan. 7.13-14- Jesus entrou no santíssimo para realizar o julgamento.
- A norma do juízo: a Lei de Deus. Tia. 1.25; 2.8-12.
- Os livros que são abertos são:
a)    o Livro da vida. Êxo. 32.32, Apoc. 3.5.
b)   o livro de memórias. Mal. 3.16. Nele estão registradas as boas ações dos que temem ao Senhor. Suas palavras de fé, seus atos de amor, toda tentação resistida, todo mal vencido, toda palavra de terna compaixão que proferiram. E todo ato de sacrifício, todo sofrimento e tristeza, suportado por amor a Cristo.
c)    o Livro da morte. Este contém as obras más dos ímpios. Todos os pecados dos homens, os seus propósitos e intuitos secretos.
- Ao abrirem-se os livros, é passada em revista perante Deus a vida de todos os que creram em Jesus. Neste juízo são estudados apenas a vida daqueles que professaram aceitar a Jesus.
- Aceitam-se nomes, e rejeitam-se nomes. Quando alguém tem pecados que permaneçam nos livros de registro, para os quais não houve arrependimento nem perdão, seu nome será omitido do livro da vida, e o relato de suas boas ações apagado do livro memorial. CS 522-523.
- Já os nomes dos justos são registrados para a salvação, no livro da vida. Mat. 10. 32-33.
FONTE: Princípios de vida, pp. 227-262. CPB.


SANTUÁRIO CELESTIAL- NÃO HÁ MAIS CORTINA

Cortina de Ferro

Expressão criada, em 1946, pelo primeiro-ministro inglês Winston Churchill , para designar a política de isolamento adotada pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e seus estados-satélite após a I Guerra Mundial. Durante um discurso nos EUA, Churchill declara que: "De Stettin, no Báltico, até Trieste, no Adriático, uma cortina de ferro desceu sobre o continente". Inicialmente, a Cortina de Ferro é formada pelas Repúblicas da Rússia, Armênia, Azerbaidjão, Belarus, Estônia, Geórgia, Cazaquistão, Quirguízia, Lituânia, Letônia, Moldávia, Tadjiquistão, Turcomênia, Ucrânia, Uzbequistão e os estados-satélite: Alemanha Oriental, Polônia, Tchecoslováquia, Hungria, Bulgária e Romênia. Todos sob o estrito controle político e econômico da URSS. Em 1955 unem-se militarmente por meio do Pacto de Varsóvia. O bloco se desfaz definitivamente em 1991, com a dissolução da URSS.

* Façamos uso do privilégio que temos. A cortina que nos separava dEle já foi aberta. Acheguemo-nos confiantes ao Seu trono de misericórdia, já.


MARCELO CARVALHO 1998


Nenhum comentário:

Postar um comentário