Pesquisar este blog

domingo, 16 de setembro de 2018

PROMOÇÃO IMPERDÍVEL POR TEMPO LIMITADO!




Marcelo Augusto de Carvalho

ATOS 16.30-31

- Há milhares de igrejas, programas de rádio, TV, livros e revistas que prometem: TEMOS O CAMINHO DA SALVAÇÃO. VENHA E LEVE-A!
- E todos a estão procurando! 
- Você veio aqui por quê? Nós ASD vimos aqui todos os dias com que finalidade? Sermos salvos.
Mas, uma pergunta é necessária neste momento: O QUE É SALVAÇÃO? COMO SER SALVO?

A Bíblia apresenta 2 tipos de salvação:

FARISEU.
- Os judeus de Jerusalém e vizinhança iam todos os dias ao templo para adorarem ou sacrificarem. Haviam vários pátios (gentios, mulheres, homens, sacerdotes). Para cada um 15 degraus, assim o templo ficava lá em cima. Jesus estava pregando no pátio dos gentios, aquele que ele limpara dos cambistas.
- O fariseu foi ao seu lugar, olhou para cima, e se orgulhou de si mesmo. Pensou: “Ah, Deus, o Senhor deve olhar aí de cima e sentir um prazer imenso em ver-me. Sou melhor do que todos aqui!”.

A) Baseada no comportamento.
Se lhe perguntasse “Qual é a sua definição de cristão”? – qual seria a sua resposta? Em geral, aquela que todos nós damos: Um cristão é alguém que segue a Jesus, guarda Seus mandamentos, é honesto, é um exemplo, é um bom pai de família, fiel dizimista e guardador do Sábado, freqüenta a igreja e a ajuda segundo seus talentos, etc... Igualzinho ao fariseu: o cristão faz e isto e faz aquilo. Todo o conceito de salvação baseado em algo comportamental.
Principalmente para nós que nascemos ASD, fomos acostumados a responder diante de nós mesmos e diante de nossos irmãos da igreja 4 grandes perguntas:
O QUE? Fomos criados à base do o que? – o que fazer e o que não fazer para conseguirmos a salvação!
Respostas normais: ir à igreja todos os cultos sem faltar em nenhum principalmente no de Quarta-feira, ler a Bíblia, orar, nunca deixar de estudar a lição da escola sabatina (ah se você disser 6). / jamais ir ao Morumbi (e se passar perto tem de virar o rosto), nunca ir ao cinema, jamais ao teatro, se você comer carne lembre-se que EGW diz que quem tiver 10 g de carne no estômago não vai para o Céu, quem toma Coca-Cola vai ficar tão preto quanto ela no inferno, e ai de você se jogar futebol!  Alguns tem até um manual de classificação de coisas puras e impuras.
DE QUE? Passamos semanas de oração inteiras para saber o que havia de errado com isto e com aquilo.
Perguntas normais: qual é o problema de se ir ao cinema? E ao teatro? Qual é a diferença entre assistir um filme em casa e ir no cinema? Assistir um jogo pela TV e no estádio? Ver um filme pornô e contar uma piada bem suja?
POR QUE? É o melhor tipo de pergunta para se preencher o tempo da lição na classe da ES. Queremos saber a razão de fazer todas estas coisas que a igreja nos ordena.
Perguntas normais: Por que não posso jogar truco? Usar saia no joelho? Usar cabelo comprido se Jesus usava? Escutar rádio? Jogar fliperama?
Respostas normais: Porque está na Bíblia. Porque EGW disse (nos testemunhos secretos). Por que é assim, pronto e acabou!
QUANDO? Quando tudo o que aprendemos irá acontecer?  Por isto as paredes de nossa casa e de nossa igreja estão cheias de gráficos para nos explicar o nosso futuro. E alguns até brigam quando as datas não estão precisas como eles imaginam que devam ser.
Perguntas normais: Em que ano Jesus voltará? De 2000 jamais passará? O que vem primeiro, a chuva serôdia ou a perseguição?
COMO? Como será isto ou aquilo?
Como carregar a Bíblia quando vou para a igreja: na mão ou debaixo do braço? Na perseguição irão arrancar os meus olhos pr.? O selo da besta será um cartão magnético, uma tarja invisível, raios infra-vermelhos, bloqueio da conta bancária ou o que?  Como viveremos no tempo de angústia? As autoridades irão entrar em nossa casa e nos matar, ou será meio que no cinema (vão esperar o culto para fuzilarem todo mundo)?
Jovem, você mesmo já percebeu que perdeu anos de sua vida lutando com estas perguntas que, por mais sinceras que pareçam, não te levaram a lugar algum. Seu coração continua vazio, pior – confuso, perdido. Todas estas questões só te deixou mais frustrado e perdido do que estava. Por que?
A vida cristã não pode ser baseada no que fazemos ou deixamos de fazer. A vida cristã não é algo, mas é alguém.
Leia agora Luc. 19. 1-3. Zaqueu, aquele imenso pecador como eu e você, não estava preocupado com o que fazer ou não fazer/ nem de que forma fazer as coisas/ muito menos saber as razões do porque fazer/ jamais de quando iria ocorrer isto ou aquilo/ e o como fazer não era nem de longe sua prioridade. Ele queria saber QUEM ERA JESUS.
Este é o ponto central da vida cristã. Ela se baseia em andar com alguém e jamais no que fazemos ou deixamos de fazer.  QUAL É O FOCO CENTRAL DE SUA RELIGIÃO?

B) Basta fazer tudo correto que Deus me salva.
O fariseu tinha uma lista de coisas boas que ele precisava fazer uma uma lista enorme de coisas que ele devia evitar. E ainda haviam os pecados pessoais que ele sabia que precisava vencer. Aí ele media sua espiritualidade por fazer ou não fazer tais coisas. O dia em que não fazia nada de errado ele ficava muito feliz. Chegou a um nível espiritual altíssimo. Sentia Deus em sua vida. Mas o dia em que caia em vários pecados, que tragédia. Sentia-se mal, perdido, vazio. Sua religião era centralizada no que ele era ou deixava de ser. O foco de sua atenção era o seu umbigo!
VOCÊ JÁ SE SENTIU ASSIM? Quantos jovens já me procuraram quase desesperados dizendo: Pr. Sinto-me perdido. Sinto um vazio imenso dentro de mim. Eu já fui bem melhor. Quando me batizei tudo era uma grande festa. Eu adorava ir na igreja, lera  Bíblia, obedecer meus pais, guardar o Sábado. Mas não sei o que me aconteceu. Agora sinto-me frio, quase gelado. Como eu gostaria de voltar aquele “primeiro amor”.
O SEU FOCO CONTINUA NA DIREÇÃO ERRADA! Lembre-se de Pedro sobre as águas? Ele pediu para andar sobre o mar, e Jesus lhe concedeu. Pedro andou um tempão sobre elas. Era algo impossível. Os egípcios definiram o impossível em sua língua e escreveram este conceito sobre as paredes das pirâmides: um homem andando sobre as águas. Mas Pedro, que conhecia este conceito, conseguiu atingi-lo. Por que? Em quanto Pedro olhou para Jesus fixamente, ele andou sobre as águas, e andaria km mais se mantivesse seu olhar em Jesus. Mas, de repente, ele deixou de olhar para o Mestre e começou a olhar para ele mesmo. Sentiu que era poderoso, alguém importante. O que aconteceu? Afundou tanto que entrou água até no cerebelo.
PARA QUEM VOCÊ ESTÁ OLHANDO? PARA VOCÊ MESMO OU PARA JESUS?

C) Vou a Deus com minhas boas ações e as troco por sua salvação.
E enquanto tiver boas ações para trocar com Ele estou salvo.
Você já observou a reação das pessoas quando lhes perguntamos: “O irmão crê que hoje está salvo?”. É natural a preocupação em mostrar-se duvidoso quanto a salvação. Parece ser até charmoso dizer que “Estamos no caminho” ou “Quase lá”. As pessoas respondem: “Bem Pr. Hoje eu garanto que estou salvo. Tenho certeza de que se Jesus viesse hoje eu estaria salvo. Agora amanhã é diferente. Acho que se continuar do jeito que estou, eu serei salvo amanhã também”.  Voltamos ao velho problema: eu sei que estou salvo hoje porque sinto que hoje tudo está bem. Fiz tudo conforme o combinado, e tanto quanto eu me lembre, não pequei, estou agora na igreja fazendo tudo o que Deus requer. E como desejo continuar bonzinho assim para sempre, a salvação será certa para mim.

EM QUE VOCÊ BASEIA SUA SALVAÇÃO? NO MOMENTO EM QUE VIVE AGORA OU NA SALVAÇÃO QUE DEUS TE OFERECE POR MEIO DE JESUS, O NOSSO SALVADOR?
Para finalizar: O QUE ME SALVA: O QUE FAÇO DE BOM OU O QUE JESUS FEZ DE BOM NO MEU LUGAR? OU AS 2 COISAS JUNTAS?
Meu amigo, absolutamente nada de bom que você possa fazer em sua vida pode lhe assegurar ou causar sua salvação. A única coisa boa que te salva são as coisas boas que Jesus fez no seu lugar. E sabe como se chama isto?: JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ.

- Somos todos pecadores. Nascemos assim. Somos maus por natureza. Aquela bela criança de 1 ano, inocente, linda, já tem o germe do pecado. Basta o tempo passar, e sua natureza colocará as “manginhas de fora”. É só crescer, ficará safado.
Tudo o que fazemos de bom é mau aos olhos de Deus. Por que? Todas as nossas boas ações estão misturadas com o egoísmo. Nossas intenções estão sempre manchadas por maus desejos.
v  A sua velha vizinha. Você mora numa daquelas casas americanas. Muitos jardins em volta. Do outro lado da rua mora uma velha bem caquética. Ela não pode cuidar do jardim, que vira uma selva. Sua mãe lhe pede para ajudar a velha, mas você se recusa insistentemente. Fica a tarde toda vendo “Rá-tim-bum” mas nunca vai. Um dia para na porta da casa dela um carro, desce uma super gata. Você se apaixona pela menina. ‘Pergunta aos vizinhos sobre ela: “É a neta”. Você a espia a todo instante. Não sabe o que fazer para que ela o veja. Um dia sua mãe diz de novo. “Ah, que boa idéia”. 6h da manhã vai lá, toca a campainha, fala com a velha e começa a trabalhar. Faz bastante barulho prá ver se a menina vem vê-lo. Lá pelas 9h, ela vem, com uma bandeja e um copo de suco. Você para, braço sobre o cabo da enxada, limpa o suor, valoriza, e toma o suco. Conversam. “Foi de mais”. Trabalha agora com mais empenho. Lá pelas 18h termina. E ainda consegue que ela saia com você para tomar um sorvete de jiló.
- VOCÊ FEZ UMA BOA AÇÃO? É CLARO QUE SIM! Todos o elogiarão. Mas o motivo foi puro?  Jamais.
- Amamos nossa família pois é a nossa- se não fosse, a atropelaríamos!
- Para Deus o único que realmente faz o que é certo é aquele que é certo por dentro quanto por fora.

NOSSOS BONS HÁBITOS NÃO PODEM COMPRAR A SALVAÇÃO, POIS PARA DEUS, NADA VALEM.
v  Já viu aquelas pessoas que guardam o dinheiro debaixo do colchão esperando um dia trocá-los por uma fortuna? Quando vão contar o dinheiro, ele nada vale.
- Efésios 2.1- A Bíblia diz que estamos mortos em nossos pecados. Isto é, somos um CADÁVER ESPIRITUAL..
Se você pudesse para todo comportamento pecaminoso exatamente agora, isto o tornaria uma pessoa salva, justa? Não, apenas e somente o tornaria bem comportado. Por que?  Porque mesmo assim você seria um cadáver, doente por dentro, podre e malcheiroso por fora.  O fato de não mais pecar apenas o tornaria a pessoa mais correta do mundo, mas jamais lhe traria à vida de novo!
- Você já viu aquelas pessoas que não querem saber de Deus, alguns são até ateus, outros contrários a todo tipo de religião, mas que insistem em viver uma vida muito pura, educada, e bem ordenada. São ótimos pais de família, responsáveis no trabalho e fiéis à causa pela qual labutam. Aí dizemos: são melhores do que muitos da igreja! Olhe só que exemplo!  Por que falamos assim? Por que ainda baseamos a nossa religião e a dos demais no comportamento. Ou no que é certo ou errado a ser feito. Mas a vida cristã é muito mais profunda do que ajudar o lar de velhinhas da cidade com boas somas de dinheiro. Nosso bom comportamento apenas nos dá uma vida longe da polícia e das fofocas de nossa família, mas jamais nos levará para o Céu.
E lembre-se: Não adianta tentarmos nos salvar. É só desilusão.
v  Numa pequena cidade de interior, o telefone do médico da localidade tocou. Eram 2 h da madrugada. “Venha, é uma emergência”.  Ele saiu correndo. No meio do caminho apareceu um homem encapuzado no meio da pista. Ele parou o carro. O homem apontou-lhe uma arma e o tirou do carro. Ele lhe implorou, explicou que ia para o hospital por causa de uma emergência mas nada adiantou. Ele ficou ali esperando alguém lhe dar carona. Quase 1 hora depois apareceu um caminhão de bóias frias que o levou até o hospital. Ao entrar na recepção, a atendente disse: “Não é preciso correr. Ele já morreu”. “O que posso fazer? “.  Console o pai do rapaz. Ele viu o boné de lã na mesa da recepção e já gelou: vira aquele boné aquela noite. Ao entrar no quarto, o rapaz morto sobre a cama, viu aquele senhor que roubara seu carro. Em seu desespero havia tomado o carro do médico para ir ao hospital. Mas sem o médico, o filho morreu.
- Toda vez que tentamos nos salvar, atrapalhamos a Deus em seu processo de nos salvar.
- Você pode chegar para mim então e dizer: Pr. Não entendo mais nada! Passei a vida toda baseando minha salvação sobre estes conceitos que o senhor acabou de apresentar e pelo que vi foi tudo em vão. Mas e agora? O que farei?

Qual é caminho certo então para a salvação?
Calma, eu também passei por este dilema, mas louvo ao Sr. Jesus que me ajudou a compreender o que preciso para ser salvo. Veja o que Ele mesmo diz.  COMO SER SALVO?

1- ACEITAR O QUE ELE FEZ NA CRUZ POR MIM.

PUBLICANO
- Ele era mau. Sabia que fazia coisas erradas. Reconhecia isto. Pediu, suplicou, implorou a salvação. “Senhor, salva-me”. Ele desceu salvo. O fariseu perdido.
- a salvação verdadeira aceita que nada pode fazer para se salvar. Vai a Deus e pede misericórdia, não baseado no que faz de bom, mas no
GRANDE AMOR QUE DEUS TEM POR NÓS.  E recebe.

A HISTÓRIA DE BARRABÁS
- Bem cedo na vida, ele juntou-se ao exército de libertação do país, e assim tornou-se um guerrilheiro. O grande objetivo de sua vida era libertar Israel do domínio de Roma. Foram muitas batalhas. Um dia, em uma destas sedições, ele acabou matando pessoas. Foi preso. Depois de muito tempo na prisão, veio a sentença: Morte de cruz. Ele sabia que este seria o seu fim mesmo, e por isto aguardou a execução com a frieza de um terrorista. Um dia foi chamado por Pilatos. Estranhou aquilo, pois já estava condenado. Porém, qual não foi sua surpresa ao chegar diante do tribunal de Pilatos e ver ali Jesus. Não entendeu a história. Já ouvira falar de Cristo e sabia ser Ele um homem de Deus. Porque estava sendo condenado à morte. Viu que Jesus não falava nada. Poderia facilmente se livrar das acusações. 1 palavra, 1 argumento, e pronto. Mas Jesus se calou. Quando Pilatos deu chance ao povo de escolherem o preso solto, todos escolheram Barrabás. Assim foi solto.  Atônito ele voltou para casa, e deve Ter pensado: Por que ele não se livrou de sua condenação já que poderia fazê-lo?
- Jesus tomou seu lugar. Poderia Ter-se salvado, com uma só palavra. Mas ele quis morrer no lugar de Jesus Barrabás.
- A primeira parte de nossa salvação é aceitar o fato de que Jesus, antes que tivéssemos nascido ou sequer pedido este favor a Ele, Ele tomou nosso lugar na cruz. Por causa de nossa natureza pecaminosa e dos pecados que cometemos, nós merecíamos morrer ali. Mas Ele tomou a nossa condenação eterna sobre Si e assim não precisamos mais temer a morte eterna.  S. JO. 3.16.

ACEITE ESTE FATO E SAIRÁ DAQUI SALVO.
Lembre-se: Nenhum pecador jamais foi salvo por Ter dado o coração a Jesus. Não somos salvos por termos dado algo a Deus, mas sim pelo que Deus deu a nós. A . W. Pink.
I COR. 5.21- a maior mensagem do evangelho é que Jesus quer fazer conosco uma TROCA. Ele viveu uma vida perfeita. Ele morreu sobre a cruz mas ressuscitou. Por isto vem a nós e diz: Filho, você está perdido. Tem uma vida toda errada, e morrerá eternamente. Vamos então trocar de vida. Você me dá a sua vida destruída e eu lhe dou a minha vida, santa e imaculada. Você me dá os seus pecados, sua infelicidade, seus problemas do dia dia e a sua condenação eterna. Assim, de agora em diante, você será uma pessoa salva, santa e transformada, e além disso, terá a ressurreição como garantia dessa nossa troca.  Ei, o que você está esperando? FAÇA ESTA TROCA JÁ!

2) A SEGUNDA PARTE DE NOSSA SALVAÇÃO É “TER O FILHO” - I JO. 5.12. - quem tem Jesus tem a salvação. Quem não o tem, está para sempre perdido. O QUE É TER JESUS?   O QUE É ESTE NEGÓCIO DE ACEITÁ-LO?
* Um dia eu chego a você e digo que tenho uma esposa. O que isto significa? Ora, que um dia conheci uma bela jovem (Felizberta), me apaixonei por ela e por isto eu parti prá cima e a conquistei. Um dia nos casamos, formamos nossa família, e desde nosso primeiro encontro vivemos sempre juntos. Portanto, divido toda a minha vida com minha esposa. A casa, o carro, o dinheiro (que é bem pouco), passeamos juntos (vamos à Santos, na praia do Gonzaga, pobre é fogo), torcemos um pelo outro, temos filhos juntos.
TER JESUS É ESTAR A TODO INSTANTE COM ELE, POR MEIO DA ORAÇÃO, ESTUDO DA BÍBLIA, E FALANDO DELE AOS OUTROS.
- O mais maravilhoso de tudo é que ao Ter Jesus, além de Sua companhia e bondade, de todos os bens que vamos desfrutar, nós ganhamos gratuitamente a SALVAÇÃO. Quem tem Jesus, TEM A VIDA ETERNA.
* Imagine que no meu bairro há uma moça com alguns parafusos a menos, ou só um parafuso. O sonho dela é Ter uma super máquina: nadar de Voyage 82 branco, caindo aos pedaços. Um dia ela me vê andando no bairro. Deseja o carro. Mas, eu sou o dono deste carro. Pode me matar, me roubar, me seqüestrar. Mas vai para a cadeia. Que faz? Casa comigo. Enquanto for minha esposa, terá o Voyage. Se separar de mim, cabô a mamata.
- Enquanto tenho Jesus, estou salvo. Se o deixar, estou perdido.
Lembre-se: Deus não salva expectadores!

3) MAS LEMBRE-SE: PARA CONTINUAR SALVO, É PRECISO CONTINUAR ANDANDO COM JESUS. PORTANTO, JAMAIS SE SEPARE DELE.
v  Me caso. Faço tudo certinho: noivo, festa, cerimônia, lua de mel. Mas depois a garota volta para sua cidade natal, RJ e eu continuo a minha vida aqui em SP. Pergunto: Nós nos casamos um dia? Ë claro que sim. Eu até tenho um certificado lá na parede do meu quarto que diz isto. Mas continuo casado com ela? É óbvio que não. O que autentica os relacionamento é a convivência. Se esta não acontece, é porque não existe relacionamento.
ANDE TODOS OS DIAS COM JESUS, E VOCÊ ESTARÁ SEMPRE SALVO.
FINALIZANDO, VOCÊ PODE ME DIZER: TENHO MEDO DE QUE DAQUI A ALGUM TEMPO, SATANÁS ME PEGUE DE NOVO PELO PÉ, ME ARRASTE AO PECADO, E ACABE COM A MINHA VIDA. Que ele me separe de Jesus, aí sei que estarei perdido. Que faço?

4- Não é preciso temer. Você tem alguém que te socorrerá sempre.
v  Um menino de 6 anos entrou na escola. Há meses ele sonha com isto. Tudo pronto: a mala (de astronauta) a lancheira, os cadernos, os livros, tudo! No primeiro dia, para incentivá-lo mais, a mãe lhe prometeu: todo dia vou lhe dar esta moeda para você comprar o lanche. (Como era o meu lanche na escola: pão com banana). Na classe dele havia alguns grandões, repetentes. UM era muito mau: batia em todos: croc, pontapés, socos, intimidava. Quem não obedecia, ele acabava. Reparou no pequeno todos os dias comprando sua merenda. A partir de amanhã você me dará a moeda. Se não der, eu te quebro no meio. Foi para casa arrasado. Ele era bem orgulhoso. Aquilo era um abuso. Não comeu, não dormiu. No outro dia, olhava lá para o fundo, e o grandão fazia aquela cara de mau. Teve de dar a moeda. 1 dia, 1 semana, 1 mês. Suas notas até baixara na escola. Mas um dia, sentado no rodador, teve sua grande idéia. Contratou o outro grandão da classe, que era muito bonzinho. Mas o que ganharei com isto? Eu te darei por 1 mês a minha moeda. Mas o que eu quero ver é a revanche. Eu quero deixá-lo no chão. Foi voando para casa. Não dormiu à noite só pensando em como seria a luta, o melhor enfoque, o melhor soco. Mal podia esperar. Olhava lá pro fundo, e pensava: É hoje que você vai perder estes dentões horríveis (tinha dentes encavalados). Na merenda, ele pediu o lanche todo confiante. Você não vai me dar a moeda. Nem hoje nem nunca. Partiu para cima. O bonzinho veio, Os 2 rolaram pelo chão. Ele pensou: não vou perder esta! Aproveitou o melhor ângulo, e sentou a mão. Foi capim, mato, poeira por todo lado. O monitor veio, 3 dias de suspensão. Voltou prá casa todo sujo, rasgado, cheio de arranhões, mas feliz. Mãe pode assinar e me dar o castigo. Eu venci meu inimigo.

- Fonte – Fé que opera 1981 Morris Venden CPB

- Fernando Iglesias. FONTE

APELO: COM JESUS VOCÊ VENCERÁ SEMPRE SATANÁS. JAMAIS SEPARE-SE DESTE AMIGO! 

Pr. MARCELO AUGUSTO DE CARVALHO ABRIL 1997. SP

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

O Testemunho do Espírito – Parte II




'O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus'. (Romanos 8:16)


I. Ninguém que creia que as Escrituras são a Palavra de Deus, poderá duvidar de que nós somos filhos de Deus.

II. Qual é o testemunho do Espírito?

III. O próprio Espírito testemunha com nosso Espírito.

IV. Uma abundância de objeções tem sido feitas para isto.

V. O Espírito de Deus testifica para o espírito das almas dos crentes.

I

1. Ninguém que acredite que as Escrituras sejam a palavra de Deus, pode duvidar da importância de tal verdade como esta: -- uma verdade revelada nela, não apenas uma vez, não vagamente; não casualmente; mas freqüentemente, e isto em termos expressos; mas solenemente e com firme propósito, como denotando um dos privilégios peculiares dos filhos de Deus.

2. E é mais necessário explicar e defender essa verdade, porque existe perigo de um lado e de outro. Se nós a negamos, existe o perigo de que nossa religião se degenere em mera formalidade; de que, 'tendo a forma de santidade', nós negligenciemos; ou ainda, 'neguemos o poder dela'. Se a permitimos, mas não entendemos o que permitimos, nós estamos sujeitos a alcançarmos a selvageria do entusiasmo. É, portanto, necessário, no mais alto grau, preservar aqueles que temem a Deus, de ambos esses perigos, através de uma ilustração e confirmação bíblica e racional dessa verdade significativa.

            3. Pode parecer que alguma coisa desse tipo é mais necessária, porque tão pouco tem sido escrito sobre o assunto, com alguma clareza; exceto alguns discursos sobre o lado errado da questão, que a explica, em direção oposta completamente. E não se pode duvidar que esses foram ocasionados, pelo menos, em grande medida, pela explicação grosseira, e não bíblica de outros, que 'não sabiam o que eles falavam, nem a respeito de quem eles afirmavam'. 

            4. Mais proximamente concerne aos Metodistas, assim chamados, entenderem, explicarem e defenderem esta doutrina claramente; porque é uma grande parte do testemunho que Deus tem dado a eles conduzir para toda a humanidade. É através dessa bênção peculiar sobre eles na busca das Escrituras, confirmada pela experiência de seus filhos, que essa grande verdade evangélica tem sido resgatada, o que, em muitos anos, tinha sido perdida e esquecida, ou quase isto;

II

1. Mas o que é o testemunho do Espírito? A palavra original martyria pode exprimir o testemunho com o sangue da verdade de Cristo (como está em diversos lugares); ou, bem menos ambiguamente, prestar testemunho, ou registro (I João 5:11) 'E o testemunho é este'; o testemunho, a soma do que Deus testifica em todos os escritos inspirados: 'que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho'. O que ele testemunha para nós é 'que nós somos filhos de Deus'.O testemunho agora considerado é dado pelo Espírito de Deus para, e com nosso espírito: Ele é a Pessoa testificando. O resultado imediato desse testemunho é, 'o fruto do Espírito; ou seja, 'amor, alegria, paz, longanimidade, gentileza, bondade': e sem esses, o próprio testemunho não pode continuar. Porque é inevitavelmente destruído, não apenas pela autoridade de algum pecado exterior, ou pela omissão de não saber o seu dever, mas por dar chance a qualquer pecado interior; em uma palavra, através do que quer que aflija o Espírito Santo de Deus.

            2. Eu observei, muitos anos atrás, o quanto é difícil encontrar palavras, na língua dos homens, para explicar as coisas profundas de Deus. Realmente, não existe uma que irá expressar adequadamente o que o Espírito de Deus opera nos seus filhos. Mas, talvez, alguém possa dizer, (esperando que seja alguém ensinado por Deus, para corrigir, suavizar ou reforçar a expressão) que, 'pelo testemunho do Espírito, eu quero dizer, uma impressão interior da alma, por meio da qual o Espírito de Deus imediatamente e diretamente testemunha para meu espírito, que eu sou um filho de Deus; que Jesus Cristo me amou, e deu a Si mesmo por mim; que todos os meus pecados foram apagados, e eu, até mesmo eu, estou reconciliado com Deus'.

            3. Depois de vinte anos de consideração mais além, eu não vejo razão para desdizer qualquer parte disto. Nem consinto que alguma dessas expressões possa ser alterada, de maneira a torná-las mais inteligíveis. Eu posso apenas acrescentar que, se qualquer um dos filhos de Deus for indicar quaisquer outras expressões, que sejam mais claras, ou mais concordantes com a palavra de Deus, eu rapidamente irei colocar essas de lado.

4. Entretanto, que se observe que eu não quero dizer, por meio disto, que o Espírito de Deus testifica, através de uma voz exterior; não, nem sempre através de alguma voz interior, embora ele possa fazer isto algumas vezes. Nem eu suponho que ele sempre aplique ao coração (embora freqüentemente possa) um ou mais textos das Escrituras. Mas ele, assim opera sobre a alma, através de sua influência imediata, e por uma operação forte, embora inexplicável, de que o vento tempestuoso e as ondas agitadas cessaram, e existe uma doce calma; o coração descansa, como nos braços de Jesus, e o pecador estando claramente satisfeito que Deus é reconciliado com ele, que todas as suas 'iniqüidade estão perdoadas, e seus pecados espiados'.  

5. Então, qual é o assunto da disputa, concernente a isto? Não é, se existe um testemunho do Espírito. Não, se o Espírito Santo testifica com nosso espírito, que somos os filhos de Deus. Ninguém pode negar isto, sem contradição manifesta das Escrituras, e colocando uma mentira sobre a verdade de Deus. Portanto, existe um testemunho do Espírito que é reconhecido por todas as partes.

6. Nem é questionado, se existe um testemunho indireto, de que somos filhos de Deus. Isto é quase, se não, exatamente o mesmo com o testemunho de uma boa consciência, em direção a Deus; e é o resultado da razão, ou reflexão sobre o que nós sentimos em nossas próprias almas. Falando estritamente, é a conclusão esboçada, parcialmente da palavra de Deus, e parcialmente da própria experiência. A palavra de Deus diz que, todos os que têm o fruto do Espírito, é um filho de Deus; experiência, ou consciência interior, diz me que eu tenho o fruto do Espírito; e daí, eu racionalmente concluo: 'Por conseguinte, eu sou um filho de Deus'. Isto é igualmente permitido, por todos, e então, não existe motivo de controvérsia.

7. Nem estamos afirmando que pode haver algum testemunho real do Espírito, sem o fruto do Espírito. Nós afirmamos exatamente o contrário, que o fruto do Espírito nasce imediatamente desse testemunho; decerto que nem sempre no mesmo grau; mesmo quando o testemunho é dado primeiro: e, muito menos, quando é dado, posteriormente; nem a alegria, nem a paz estão sempre presentes; não, nem o amor; assim como, nem o próprio testemunho é sempre forte e claro.

8. Mas o ponto em questão é, se existe algum testemunho direto do Espírito, afinal; se existe algum outro testemunho do Espírito, do que aquele que surge da consciência do fruto.

III

           

1. Eu acredito que haja; porque este é o significado claro e natural do texto, 'O próprio Espírito testemunha com nosso espírito que somos os filhos de Deus'. Aqui existem dois testemunhos mencionados, que juntos, testificam a mesma coisa; o Espírito de Deus, e o nosso espírito. O recente bispo de Londres, em seu sermão sobre este texto, parece abismado que alguém possa duvidar disto; o que surge do mesmo aspecto das palavras. Agora, 'o testemunho de nosso espírito',  diz o bispo, 'é o mesmo que a consciência de nossa sinceridade'; ou para expressar a mesma coisa, um pouco mais claramente, é a consciência do fruto do Espírito. Quando nosso espírito está consciente disto, do amor, paz, longanimidade, gentileza, bondade, ele facilmente infere dessas premissas que somos os filhos de Deus.
           
2. É verdade que aquele grande homem supôs que o outro testemunho é 'A consciência de nossas boas obras'. Isto, ele afirma, é o testemunho do Espírito de Deus. Mas isto está incluído no testemunho de nosso espírito; sim, e na sinceridade, mesmo de acordo com o senso comum da palavra. Assim, diz o Apóstolo, 'Nosso regozijo nisto, o testemunho de nossa consciência, que na simplicidade e sinceridade divina, refere-se às nossas obras e ações, tanto menos quanto mais, às nossas disposições interiores'. De modo que este não é um outro testemunho, mas o mesmo que ele mencionou antes; a consciência de nossas boas obras, é apenas um ramo da consciência de nossa sinceridade. Conseqüentemente, aqui existe apenas um testemunho ainda. Se, portanto, o texto fala de dois testemunhos, um desses não é a consciência de nossas boas obras, nem de nossa sinceridade; tudo isto estando manifestadamente contido no testemunho de nosso espírito.  

3. Qual, então, é o outro testemunho? Isto poderia ser facilmente descoberto, caso o próprio texto não tivesse sido suficientemente claro, no verso imediatamente precedente: (Romanos 8:15)            'Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai'. Segue-se que o próprio Espírito testemunha com nosso espírito que somos os filhos de Deus.

4. Isto é mais além explicado, através de um texto paralelo em (Gálatas 4:6) 'E, porque sois filhos - Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai'. Isto não é alguma coisa imediata e direta, e não o resultado da reflexão ou argumentação? O Espírito de Deus não clama, 'Aba, Pai', em nossos corações, no momento que é dado, anteriormente a qualquer reflexão sobre nossa sinceridade; sim, a qualquer raciocínio que seja? E isto não é o sentido natural e claro das palavras, que atingem a qualquer um, tão logo ele as ouve? Todos esses textos, então, em seu significado mais óbvio, descreve um testemunho direto do Espírito.

5. Que o testemunho do Espírito de Deus deve, pela própria natureza das coisas, ser antecedente ao testemunho de nosso espírito, pode aparecer dessa simples consideração: Nós devemos ser santos no coração e vida, antes que possamos estar conscientes de que assim somos. Mas devemos amar a Deus, antes de sermos santos, afinal; isto sendo a raiz da santidade. Agora, nós não podemos amar a Deus, até que saibamos que Ela nos ama. Nós o amamos, porque Ele nos amou, primeiro. E não podemos saber do seu amor por nós, até que seu Espírito testemunhe isto para nosso espírito. Até então, nós não podemos acreditar nisto; não podemos dizer: 'A vida que eu agora vivo, eu vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou, e deu a si mesmo por mim'. Então, e apenas então, nós sentimos nosso interesse em seu sangue, e clamamos com alegria inexprimível : 'Tu és meu Senhor, meu Deus!'.
           
Dai, portanto, o testemunho de Deus deve preceder o amor de Deus, e toda santidade; em conseqüência, deve preceder nossa consciência disto.

            6. E aqui, propriamente, a experiência dos filhos de Deus vem confirmar esta doutrina bíblica; a experiência não de dois ou três; não de alguns; mas de uma grande multidão que nenhum homem pode calcular. Ela tem sido confirmada, tanto nesta, como em todas as épocas, através de uma 'nuvem' de 'testemunhas' vivas e mortas. É confirmado, pela sua experiência e a minha. O próprio Espírito que testemunha com meu espírito que eu sou um filho de Deus, deu-me uma evidência disto, e eu imediatamente clamei, 'Aba, Pai!'. E isto eu fiz (e vocês fizeram o mesmo), antes de refletir a respeito, ou estar consciente de qualquer fruto do Espírito. Foi deste testemunho que eu recebi amor, paz, alegria, e todos os frutos produzidos pelo Espírito.

            Primeiro eu ouvi: 'Teus pecados são perdoados! Tu és aceito! – Eu ouvi e o céu brotou em meu coração'.

7. Mas isto é confirmado, não apenas pela experiência dos filhos de Deus; -- milhares dos quais podem declarar que eles nunca souberam que tinham o favor de Deus, até que foi testemunhado diretamente a eles, pelo seu Espírito, -- mas, através de todos aqueles que estão convencidos do pecado; que sentem a ira de Deus habitando sobre eles. Estes não poderão estar satisfeitos com coisa alguma, a não ser o testemunho direto do Espírito de Deus, de que Ele é 'misericordioso para sua falta de retidão, e não mais se lembra dos pecados e iniqüidades deles'. Diga a qualquer um desses: "Você deve saber que é  filho, refletindo o que ele operou em você, no seu amor, alegria e paz; e ele não irá responder imediatamente, 'por tudo isto, eu sei que eu sou um filho do diabo? Eu não tenho mais o amor de Deus do que o diabo tem; minha mente carnal é inimiga de Deus. Eu não tenho alegria no Espírito Santo; minha alma está pesarosa, até a morte. Eu não tenho paz; meu coração é um mar agitado; eu sou todo, tempestade e temporal?'".

De que maneira essas almas possivelmente podem ser confortadas, a não ser pelo testemunho divino -- não o de que eles agora são bons, ou sinceros, ou ajustados às Escrituras, no coração e vida, mas aquele em que Deus justifica o iníquo? – aquele que, até o momento em que é justificado, é todo impuro; abominando toda a santidade verdadeira; aquele que não faz coisa alguma que seja verdadeiramente boa, até que esteja consciente de que é aceito, não por algumas obras de retidão que tenha feito, mas, através da mera e livre misericórdia de Deus; totalmente e exclusivamente, pelo que o Filho de Deus fez e sofreu por ele. E pode ser de algum outro modo, se 'um homem for justificado pela fé, sem as obras da lei?'. Se for assim, de que santidade interior ou exterior, antecedente a sua justificação, ele poderá estar consciente? Mais ainda: É essencialmente, e indispensavelmente necessário, antes que possamos ser 'justificados livremente, através da redenção que está em Jesus Cristo', que não tenhamos nada a pagar; ou seja, o estamos conscientes de que 'nenhuma coisa boa habitava em nós', nem a santidade interior ou exterior? Algum homem foi justificado, desde a sua vinda ao mundo; ou algum jamais poderá  ser justificado, até que seja trazido para este ponto: 'Senhor, eu estou condenado; mas Tu morreste?'

8. Todos, por conseguinte, que negam a existência de tal testemunho, em efeito, negam a justificação pela fé. Segue-se que ele nem experimentou isto, nem nunca foi justificado; ou que ele esqueceu o que Pedro fala, sobre a purificação desses primeiros pecadores, a experiência que eles, então, tinham de si mesmos; a maneira em que Deus operou na alma deles, quando seus primeiros pecados foram apagados.

9. E a experiência, até mesmo dos filhos do mundo, confirma aqui aquela dos filhos de Deus. Muitos desses têm um desejo de agradar a Deus: Alguns deles se afligem para agradar a Ele: Mas eles - um e todos - não consideram o maior absurdo falar que seus pecados foram perdoados? Qual deles, alguma vez, teve pretensões de tal coisa? E ainda assim, muitos deles estão conscientes da própria sinceridade. Muitos desses, sem dúvida, têm, em um grau, o testemunho do próprio espírito; a consciência de sua própria retidão. Mas isto não traz a eles a consciência de que estão perdoados; nenhum conhecimento de que eles são filhos de Deus. Sim, por mais sinceros que eles sejam; por mais apreensivos que eles geralmente estejam, pela falta de conhecimento dele; claramente mostrando que isto não pode ser conhecido, de uma maneira satisfatória, através do mero testemunho de nosso espírito, sem que Deus diretamente testifique que somos seus filhos.

IV

            Mas, uma abundância de objeções tem sido feita a isto: a principal delas pode ser bem considerada:

É objetado, em Primeiro Lugar:

1. 'A experiência não é suficiente para provar a doutrina que está fundamentada nas Escrituras'. Isto, é indubitavelmente verdadeiro; e é uma verdade importante; mas não afeta a presente questão; porque tem sido mostrado que esta doutrina é fundamentada nas Escrituras, portanto, a experiência é propriamente suposta para confirmá-la.

2. Mas os loucos profetas franceses, e entusiastas de todos os tipos, têm imaginado que eles experimentaram este testemunho. Eles o fizeram; e, talvez, não poucos deles, embora eles não tenham retido isto por mais tempo: Mas, se eles não tiveram o testemunho, isto não prova, afinal, que outros não o tenham experimentado;  como um homem louco que se imagina rei, não prova que não existam reis verdadeiros.

'Mais ainda: muitos que fizeram um apelo fortemente para isto, têm criticado calorosamente a Bíblia'. Talvez, seja assim; mas isto não foi a conseqüência necessária: milhares que apelaram para isto têm a mais alta estima pela Bíblia.  

'Sim, mas muitos têm se iludido fatalmente, por meio disto, e estão cheios de convicção'.

Mas, ainda assim, uma doutrina bíblica não é pior, embora os homens abusem dela, para sua própria destruição. 

3. 'Mas é afirmado, como uma verdade indiscutível, que o fruto do Espírito é o testemunho do Espírito'. Não, sem dúvida; milhares duvidam disto; sim, negam isto plenamente: Mas vamos observar: Se o testemunho for suficiente, não existe necessidade de qualquer outro. No entanto, ele é suficiente, a não ser, em uma dessas situações:

1o. Na total falta de frutos do Espírito. E este é o caso, quando o testemunho direto é dado primeiro.

2o. Não se percebendo que foi dado. Mas contender por isto, neste caso, é contender por estar no favor de Deus, e não sabê-lo. Na verdade; não sabendo disto, naquele momento, ou por qualquer outro meio, do que através do testemunho que é dado para esta finalidade. E por isto nós contendemos; nós afirmamos que o testemunho direto pode brilhar claro, mesmo enquanto o indireto está sob uma nuvem.

É objetado, em Segundo Lugar:

4. 'O Objetivo de o testemunho contender por isto, é provar que a confissão que fazemos é genuína'. Mas ele não prova isto. Eu respondo que provar isto não é o objetivo dele. Ele é antecedente a fazermos qualquer confissão, afinal, a não ser esta de sermos pecadores perdidos, incompletos, culpados, e sem esperança. É objetivado afirmar àqueles, a quem é dado, que eles são filhos de Deus; que eles estão 'justificados livremente, através de Sua graça, pela redenção que está em Jesus Cristo'. E isto não supõe que seus pensamentos, palavras, obras e ações, precedentes, estejam de acordo com a regra das Escrituras; isto supõe completamente o contrário, ou seja, que eles são pecadores sobre tudo; pecadores, ambos no coração e vida. Fosse isto do contrário, Deus não justificaria o devoto, e suas obras seriam consideradas retidão para eles. Eu não posso deixar de temer que uma suposição de sermos justificados pelas obras, esteja na raiz de todas essas objeções; porque, quem quer que cordialmente acredite que Deus imputa a todos que são justificados, retidão, sem obras, nós não encontraremos dificuldade em admitir o testemunho de seu Espírito, precedendo o fruto dele.

É objetado, em Terceiro Lugar:

5.  "Um evangelista diz, 'Seu Pai celeste irá dar o Espírito Santo a eles que o pedirem'. O outro evangelista chama a mesma coisa de 'dom'; demonstrando plenamente que o caminho do Espírito testemunhar, é dando os dons". Não! Aqui não existe nada, afinal, a respeito do testemunho, tanto em um texto, quanto em outro. Portanto, até que essa demonstração seja mais bem apresentada, eu permito que fique como está.           

É objetado, Em Quarto Lugar:

6. "As Escrituras dizem que 'uma árvore é conhecida pelos seus frutos'. Provem todas as coisas. Provem os espíritos. Examinem a si mesmos! A maior verdade: portanto, que todo homem que crê que tenha o testemunho, em si mesmo, experimente, se é de Deus. Se o fruto se seguiu, é de Deus; do contrário, não é. Porque, certamente, 'a árvore é conhecida pelos seus frutos":

Por meio disto, nós provamos que ele é de Deus. 'Mas o testemunho direto nunca se refere ao Livro de Deus'. Não, estando sozinho; não, como um testemunho único; mas como que ligado a outro; como que dando um testemunho comum; testificando com nosso espírito que somos filhos de Deus. E quem é capaz de provar que ele não se refere assim, a essas mesmas Escrituras? Examinem a si mesmos, se vocês estão na fé; provem a si mesmos.Vocês sabem, não por si mesmos, que 'Jesus Cristo está em vocês?'. Como é provado que eles não sabiam disto, primeiro, através da consciência interior, e, depois, através do amor, alegria e paz?

            7. 'Mas o testemunho, surgindo de uma mudança interna e externa, alude constantemente para a Bíblia. E é assim que acontece: E nós estamos constantemente nos submetendo a isto, para confirmar o testemunho do Espírito'. 
           
Não somente isto; todas as marcas que temos recebido, por meio das quais, distinguimos as operações do Espírito de Deus da ilusão, se referem às mudanças forjadas em nós. Isto, igualmente, é, sem dúvida, verdadeiro.

É objetado, em Quinto Lugar:
           
8. 'O testemunho direto do Espírito não nos preserva da maior ilusão'. Aquele testemunho é adequado para ser confiado àquele, cujo testemunho não pode ser levado em conta? Que é constrangido a dirigir-se para alguma coisa mais, para provar o que ele afirma? Eu respondo: Para nos preservar da ilusão, Deus nos dá dois testemunhos de que somos seus filhos. E isto, eles testificam conjuntamente. Portanto, 'o que Deus reuniu, nenhum homem pode separar'. E, enquanto eles estiverem unidos, nós não poderemos ser iludidos: Pode-se confiar no testemunho deles. Eles estão ajustados para serem confiados no mais alto grau, e não precisam de coisa alguma mais para provar o que eles afirmam. 

            'Não apenas isto:o testemunho direto tão somente afirma, mas não prova coisa alguma'. Através de dois testemunhos cada palavra poderá ser estabelecida. E, quando o Espírito testemunha com nosso espírito, como Deus o ordena a fazer, então, ele prova completamente que somos filhos de Deus.

É objetado, em Sexto Lugar:
           
9. Que vocês reconheçam que a mudança forjada seja um testemunho suficiente, exceto no caso de provas severas, tal como aquela de nosso Salvador na cruz; mas nenhum de nós pode ser tentado daquela maneira. No entanto, vocês ou eu podemos ser tentados, de alguma forma; assim como, qualquer outro filho de Deus, de modo que será impossível para nós mantermos nossa confiança filial em Deus, sem o testemunho direto de seu Espírito.

            10. Finalmente, objeta-se que, 'a maior parte dos contendores por ela sejam alguns dos mais arrogantes e não generosos dos homens'. Talvez, alguns dos mais acalorados contendores para ela, sejam ambos orgulhosos e não caridosos; mas muitos dos mais seguros contendores por ela são eminentemente meigos, e humildes; e, de fato, em todos os outros aspectos também os verdadeiros seguidores do seu pacífico Senhor.

As objeções precedentes são as mais importantes que eu tenho ouvido, e eu acredito que contêm a força da causa. Assim sendo, eu entendo que quem quer que considere essas objeções, calmamente e imparcialmente, e responda consecutivamente, irá facilmente ver que elas não destroem; não, nem enfraquecem a evidência daquela grande verdade, de que o Espírito de Deus, diretamente, assim como indiretamente, testifica que somos filhos de Deus.

V

1. A soma de tudo isto é: O testemunho do Espírito é uma impressão interior nas almas dos crentes, por meio da qual, o Espírito de Deus testifica diretamente para o espírito deles, que eles são filhos de Deus. E não é questionado, se existe um testemunho do Espírito; mas se existe um testemunho direto; se existe algum outro, do que este que surge da consciência do fruto do Espírito. Nós acreditamos que existe; porque este é significado natural, claro do texto, ilustrado, ambas pelas palavras precedentes, e pela passagem paralela na Epístola aos Gálatas; porque, na natureza das coisas, o testemunho deve preceder o fruto que brota dele, e porque esse significado claro da palavra de Deus, é confirmado pela experiência de inumeráveis filhos de Deus ; sim, e pela experiência de todos os que estão convencidos do pecado; dos  que nunca podem descansar, até que tenham o testemunho direto; e até mesmo, pelos filhos do mundo, que, não tendo o testemunho, em si mesmos, um e todos declaram que ninguém pode ter seus pecados perdoados.

            2. E, considerando que é objetado, que a experiência não é suficiente para provar uma doutrina não confirmada através das Escrituras; -- que os loucos e entusiastas, de todos os tipos, têm imaginado tal testemunho; que o objetivo daquele testemunho é provar nossa genuína profissão; que o objetivo ela não responde; -- que as Escrituras dizem: 'A árvore é conhecida pelos seus frutos'; 'examinem a si mesmos; provem a si mesmos'; e, entretanto, o testemunho direto nunca é referido em toda a Bíblia; -- que ele não nos guarda das maiores ilusões; e, Finalmente, que a mudança forjada em nós é um testemunho suficiente, exceto em tais provas, como somente Cristo passou: -- Nós respondemos: 1o. A experiência é suficiente para confirmar a doutrina , que é fundamentada nas Escrituras. 2o. Embora eles fantasiem muitas experiências, que eles não têm, isto não prejudica a experiência real. 3o. O objetivo do testemunho é nos assegurar de que somos filhos de Deus; e este objetivo ele atende.  4o. O verdadeiro testemunho é conhecido pelos seus frutos, 'amor, paz, alegria'; não, de fato, precedendo, mas como conseqüência dele. 5o. Não pode ser provado que o testemunho, tanto direto quando indireto, não alude a este texto: 'Vocês sabem, por vocês mesmos, que Jesus Cristo está em vocês?'. 6o. O Espírito de Deus, testemunhando com nosso espírito, nos guarda de toda ilusão: E, Finalmente: todos nós estamos sujeitos às provas, nas quais o testemunho de nosso próprio espírito não é suficiente; em que, nada menos do que o testemunho direto do Espírito de Deus pode nos assegurar de que somos seus filhos. 

3. Duas inferências podem ser traçadas do todo:

A Primeira, é não permitir que alguém presuma descansa,r em qualquer suposto testemunho do Espírito, que esteja separado do fruto deste. Se o Espírito de Deus realmente testifica que somos os filhos de Deus, a conseqüência imediata será o fruto do Espírito; igualmente 'o amor, alegria, paz, longanimidade, gentileza, bondade, fidelidade, mansidão, temperança'. E como quer que esse fruto possa ser sombrio, por enquanto, durante o tempo de tentação forte, de modo que não apareça à pessoa provada, enquanto satanás está analisando cuidadosamente a ele como trigo; ainda assim, a parte substancial dela permanece, até mesmo debaixo de nuvens mais grossas. É verdade que a felicidade no Espírito Santo pode ser introvertida, durante a hora de provação; sim, a alma pode estar 'excessivamente pesarosa',  enquanto 'a hora e o poder da escuridão' continuam; mas, até mesmo isto, é geralmente restaurado, com crescimento, até que nos regozijemos 'com a alegria inexprimível e cheia de glória'.  

4. A Segunda inferência é, que ninguém descanse em qualquer suposto fruto do Espírito, sem o testemunho. Devem existir antecipações de alegria, paz, amor, e estas, não ilusórias, mas realmente de Deus, antes mesmo, de termos o testemunho, em nós mesmos; antes, que o Espírito de Deus testemunhe com nosso espírito que temos 'redenção no sangue de Jesus, até mesmo o perdão dos pecados'. Sim, pode existir um grau de longanimidade, de gentileza, de fidelidade, mansidão, temperança, (não uma sombra disto, mas um nível real, através da graça preventiva de Deus), antes de  'sermos aceitos no Amado', e, conseqüentemente, antes de termos o testemunho de nossa aceitação: Mas, de maneira alguma, é aconselhável descansar aqui; porque colocamos em risco nossas almas, se assim o fizermos. Se formos sábios, nós deveremos continuamente clamar a Deus, até que seu Espírito clame em nosso coração, 'Aba, Pai!'. Este é o privilégio de todos os filhos de Deus, e sem isto, nós não podemos estar seguros de que somos seus filhos. Sem isto, nós não podemos preservar a paz permanente; nem evitar as dúvidas e medos desorientadores. Mas, uma vez tendo recebido o Espírito de adoção, essa 'paz que ultrapassa todo entendimento', e que expulsa toda a dúvida e medo, dolorosos, irá 'manter nossos corações e mentes, em Jesus Cristo'. E quando esta produzir seus frutos genuínos, toda a santidade interior e exterior, indiscutivelmente, ela será a vontade Dele que nos chamou, para nos dar, para sempre, o que Ele nos deu uma vez; assim sendo, não existe necessidade de que devamos ainda estar destituídos, tanto do testemunho do Espírito de Deus, quanto do testemunho de nosso, a consciência de nosso caminhar, em toda a retidão e santidade verdadeira

Newry, April 4, 1767.

            [Editado pela Sra. Connie Dunn (Reitora Acadêmica da Nazarene Theological College in Brisbane, Queensland, Australia), com correções de George Lyons of Northwest Nazarene College (Nampa, Idaho) for the Wesley Center for Applied Theology.]


ELE NÃO PODIA VOLTAR ATRÁS




Marcelo Augusto de Carvalho

MATEUS 3.1 e 2.

v  Um gato vadio, fugindo de um cão irado, subiu a um orelhão. Depois que o cão, vendo-se frustrado, foi embora, este, em meio à escura noite  pôs-se a miar alto e plangentemente. Logo apareceu à janela um cidadão nervoso que  procurou afugentar o animal. Não conseguindo aquietá-lo, chamou os bombeiros para que tirassem o gato do poste telefônico e trouxessem a tranqüilidade aos que dormiam àquela hora da noite. Vieram os bombeiros e depois de muita movimentação, com quase toda a população vizinha despertada, eles conseguiram restaurar a paz.
- E toda esta comoção simplesmente porque o gato não havia aprendido a voltar atrás. Mas os gatos não são as únicas criaturas que não aprenderam a voltar atrás. Os seres humanos se encontram em idêntica situação.
- Herodes: não quis voltar atrás quando percebeu a morte de J. Batista.
Muitos dizem: Eu sei que devo me arrepender- bebo, fumo, às vezes pego alguma coisa lá da minha firma, do meu chefe, sou orgulhoso, egoísta, tenho até 1 amante. Sei que isto é errado, aprendi com meus pais, e sei que se não mudar de vida irei me perder. Porém NÃO TENHO VONTADE DE MUDAR! FAÇO ISTO E APESAR DE NÃO DECLARAR AOS OUTROS EU GOSTO! NÃO SINTO DESEJO DE MUDAR E SINTO QUE NEM SE QUISER NÃO CONSIGO ME MUDAR!  QUE FAREI DIANTE DA MENSAGEM DO BATISTA?

A Bíblia fala que existem 2 tipos de arrependimento:  II COR. 7.10.

1. O ARREPENDIMENTO SEGUNDO O MUNDO
- Baseado no comportamento- QUERO ME ARREPENDER POR ALGO QUE FIZ.
- Pode até mudar a vida, mas muda apenas os atos (nunca o interior, as intenções), e ainda temporariamente.
- Você muda seus atos errados, mas lá por dentro continua o mesmo. E é só desaparecer o que está te provocando ameaça, volta a ser como era antes.
- Produz tristeza, isto é, apenas remorso, tristeza pelo que você perdeu ou passou, vergonha, decepção, e até mesmo mais rebeldia guardada.
Porque ocorre?
- Se arrepende por ter sido pego com a mão na massa! Não dá para dizer que não foi você! Detalhe- ESPERA ATÉ SER PEGO EM FLAGRANTE!

EXEMPLOS:
- A criança que fez arte na casa dos outros: os pais a mandam que conserte e peça desculpas ao dono. O faz, mas fica muito mais com vergonha do que arrependida.
- Quando seus filhos brigam: você os manda pedir desculpas. O fazem, mas 1 rosna para o outro. Estão constrangidos, pois sabem que se não o fizerem apanham do pai!
- Você quando é multado por excesso de velocidade: fica nervoso, se arrepende, mas do quê? Da multa ou por ter andado acima do permitido?
- O homem e a luz:
v  Certa vez um homem entrou em uma Igreja Católica e começou a orar bem alto, dizendo: “Ah! Senhor! Se não fosse aquela luz! Ah! Senhor! Se não fosse aquela luz!”- e não parava de repetir esta frase. O padre, preocupado com sua ovelha, que demonstrava, a seus olhos, uma devoção muito grande, lhe disse: “Irmão, o que ocorre contigo? Por que repetes tanto esta frase? O que foi que te fizeram?”. Ele respondeu: “É seu padre, se não fosse aquela luz, ninguém tinha me descoberto, e eu não teria sido preso!”. Chorava, não arrependido do que fizera, mas porque descobriram que estava roubando.

Este não pode ser 1 arrependimento genuíno. Por 2 razões:

1. NÃO MUDA VOCÊ- apenas te dá 1 cara lavada para esconder suas reais intenções. Todos vêem sua cara triste e se comovem, mas lá por dentro está arquitetando sua vingança!  Você é simplesmente 1 hipócrita.

2. VOCÊ TENTA FABRICAR SEU ARREPENDIMENTO- tenta  conscientizar-se  que está errado. Porém, a Bíblia nos que o arrependimento é 1 DOM DE DEUS. Nunca conseguiremos nos arrepender! Temos 1 natureza pecaminosa, e nossa única inclinação é pecar. GOSTAMOS DE PECAR E NÃO QUEREMOS MUDAR. Porém quando vamos a Deus Ele nos dá o arrependimento!
EX- Muitas vezes nos encontramos no lugar do homem cuja buzina do carro não funcionava. Assim, ele foi até a oficina providenciar o concerto. Porém, na portaria da garagem havia 1 cartaz que dizia: “Buzine para ser atendido”.

2- O ARREPENDIMENTO SEGUNDO DEUS.
- Baseado numa relação com Ele e não em atos- em nossa amizade.
- Muda sua atitude- atos, as intenções, por dentro e por fora.
- Porém tal mudança é estimulada por amar alguém, e não por medo do que sofrerá. UMA COISA É ARREPENDER-SE APÓS TER SIDO DEMONSTRADO SUA CULPA: OUTRA É CONFESSAR-SE CULPADO ANTES QUE TENHA SIDO ACUSADO, OU DESCOBERTO.
- Neste tipo de arrependimento, você VAI A DEUS, apesar de seus pecados, E ANDA COM ELE TODOS OS DIAS- LÊ SUA BÍBLIA, ORA, ANDA COM ELE. E assim, dEle, recebe o perdão.
COMO OCORRE?
- Não se arrepende de maus atos que praticou (isto é remorso), mas do que ELES CAUSARAM A QUEM VOCÊ AMA.

PODEMOS VER ESTA EXPERIÊNCIA NA VIDA DE   PEDRO.
Pedro foi 1 dos primeiros discípulos a quem Jesus chamou. Ele era 1 pessoa muito simples, não tinha quase nenhuma leitura nem estudo. Porém tinha talentos natos- ERA 1 LÍDER POR NATUREZA, RESOLUTO, BOM ORADOR, DE FÁCIL PENETRAÇÃO ERA SEU CORAÇÃO ETC...
Porém tinha 1 grave defeito- ERA EGOÍSTA. Sempre procurava seus interesses pessoais acima de tudo. Tanto foi isto que para se tornar discípulo, Cristo teve que fazer o milagre da PESCA MARAVILHOSA, convencendo-o que Jesus sustentaria sua família e suas necessidades se ele o seguisse.
Apesar disto, Cristo o chamou. E não só isto: Pedro tornou-se 1 dos AMIGOS MAIS ACHEGADOS DE JESUS. Os maiores milagres, os maiores sermões, as maiores demonstrações de poder de Jesus, Pedro presenciou como CONVIDADO ESPECIAL DE CRISTO- ANDOU SOBRE O MAR, VIU A TRANSFIGURAÇÃO, VIU A FILHA DE JAIRO SER RESSUSCITADA, VIU JESUS SOFRER A AGONIA NO Getsêmani  e tanto outros fatos importantes do ministério de Jesus.
Por 3 anos e meio andaram juntos como bons amigos. E Jesus nunca o destratou por seu egoísmo, mesmo sabendo do que se passava em seu coração.
Uma noite porém, Jesus foi preso por 1 grande multidão de ladrões. Pedro procurou defender seu grande mestre. Afinal de contas, era SEU MESTRE! Mas Jesus nada fez para salvar-se. Vendo esta atitude de Jesus, que fez Pedro? FUGIU, E ACONSELHOU AOS OUTROS DISCÍPULOS QUE FIZESSEM O MESMO!
Depois que a turba levou a Jesus para ser julgado e morto, Pedro e João criaram mais coragem que os outros discípulos e foram até onde Jesus estava, na sala do Sinédrio. João entrou, mas Pedro ficou lá fora, numa rodinha tentando se aquecer na fogueira.
Tentou se disfarçar- riu, brincou, falou alto, mas 1 das mulheres o reconheceu. Perguntou- “És 1 deles”. Com medo de que fosse preso ou pelo menos gozado, Pedro negou. Novamente negou, e foi mais adiante na terceira vez: Negou, xingou e ainda jurou que não conhecia este tal de Jesus. Neste momento, Jesus que estava apanhando dentro da sala, olhou para fora e deu de encontro ao olhar de Pedro. Pedro ficou mudo! Por que? APESAR DE Tê-LO NEGADO, O OLHAR DE JESUS PARA ELE ERA DE AMOR E COMPAIXÃO. QUERIA DIZER: “ ESTOU MUITO TRISTE PELO QUE ME FEZ. BEM AGORA QUE PRECISO TANTO DE 1 AMIGO. MAS AINDA ASSIM EU TE AMO!”
Aquele olhar fez Pedro pensar em toda sua vida: Ele se lembrou de quando Jesus o chamou à beira mar ( sabia que Jesus sabia de seus interesses, mas nem assim o enxotou). Da noite no lago quando ele quis dar 1 de bonzão sobre os colegas; porém Jesus o socorreu e o perdoou. Jesus havia lavado seus pés a poucas horas, mesmo ouvindo seus absurdos protestos. Lembrou-se de como Jesus o havia avisado de que o negaria, mas ele jurou: “Nunca te deixarei”. E agora? Lembrou de Jesus suando gotas de sangue no Getsêmani, de como pediu para que orassem por Ele, porém Pedro dormiu. E agora contempla Jesus: Ele foi surrado, cuspido, e julgado. Colocaram-lhe 1 roupa de zombaria e 1 coroa de espinhos que lhe encheu o rosto de sangue. Neste momento em que Ele mais precisava de 1 amigo, Pedro o traíra. Justamente Jesus, AQUELE QUE HAVIA SIDO SEU REAL E ÚNICO AMIGO NOS MOMENTOS MAIS DIFÍCEIS EM SUA VIDA.
Não pôde mais agüentar a cena. Levantou-se e correu sem parar. Cruzou toda Jerusalém, desceu ao Getsêmani, e foi ao lugar onde Jesus havia orado. Ali confessou sua culpa e desejou morrer. NÃO PODIA SUPORTAR O FATO DE TER MAGOADO SEU TÃO AMADO MESTRE.
PEDRO ARREPENDEU-SE ALÍ DE SEU ENORME EGOÍSMO, E PARA SEMPRE FOI DIFERENTE.

Só assim ocorre o arrependimento- ROMANOS 2.4.
- Só nos arrependemos quando vamos a DEUS, SOMOS SEUS AMIGOS,  E ANDAMOS COM ELE.
- Assim, vemos a MALIGNIDADE DE NOSSOS PECADOS, E QUANTO ELES FEREM O CORAÇÃO DE DEUS. Aí nos arrependemos pois tal sentimento brota do amor que ELE NOS DÁ.
O RESTO É FACHADA, HIPOCRISIA.
OBSERVAÇÃO- SÓ PODE SENTIR ISTO POR ALGUÉM QUANDO SÃO AMIGOS E QUANDO PASSARAM UM BOM TEMPO JUNTOS. Nunca nos sentimos comovidos pelo mau que praticamos por alguém desconhecido!

VOCÊ AINDA NÃO O AMA?
v  Em uma pequena cidade havia uma garota por nome  de TALITA, de 5 anos de idade. Faceira, inteligente, esperta, gostava muito de fazer amigo. Porém tinha uma amiga em especial, com quem sempre brincava. Ia à casa da amiga para brincarem. Um dia a mãe da colega ouviu-a dizer: Não ando com minha mãe. Não gosto dela. Por que? Ela é muito feia. Olhe só o rosto dela: todo cheio de rugas, o cabelo duro e a boca revirada para fora. NÃO GOSTO MESMO.
A mãe da colega ficou preocupada com aquilo e disse: vamos conversar.
Um dia a chamou no canto. Perguntou, e ela respondeu. Vou contar-lhe uma história: Há anos havia nesta cidade uma mulher que havia acabado de ganhar um bebê. Meses depois perdeu o esposo. Assim teve que ir morar num barracão que amigos lhe fizeram. Ali vivia. Para sustentar-se lavava roupa para fora. Um dia deixou o bebê dormindo e foi até a mercearia da esquina buscar mais sabão. Quando voltou, não se sabe como, a casa estava pegando fogo! Se lembrou do bebê. Chamou vizinhos. Mas não dava para entrar. Muito fogo. Que fez ela? Pegou um cobertor molhado e entrou no barraco. Enrolou a criança e a trouxe para fora. A CRIANÇA SE SALVOU, PORÉM A MÃE FICOU COM SEU CORPO TODO DEFORMADO. HORRÍVEL. SABE QUEM É ESTA MULHER ? SUA MÃE, E AQUELE BEBÊ VOCÊ. A menina entendeu o recado. Saiu apressada, correu pela rua e foi voando até em casa. Chegando alí, correu ao tanque- a mãe estava trabalhando, e sem a mãe esperar, ela deu um salto, pulou no colo da mãe abraçou-a quase soluçando, e disse: MAMÃE, VOCÊ É A MULHER MAIS LINDA DESTE MUNDO. EU ADORO VOCÊ!

O ARREPENDIMENTO É UM PROCESSO POR TODA A VIDA. Hoje não sinto arrependimento por muitos erros que cometi. E alguns que eu conheço, me arrependo bem pouco. À medida que andamos com Jesus, o arrependimento vai aumentando, tornando-se cada vez mais forte, mais genuíno.

FONTE - Fé que opera 1981 Morris Venden CPB

- Foi o Seu amor – Fernando Iglesias.

APELO: ANDE COM DEUS- LEIA A BÍBLIA, ORE, ANDE COM ELE. ARREPENDER


Pr. MARCELO AUGUSTO DE CARVALHO ABRIL 1997 SP